Aceitação ou resignação?

Não é fácil falar de aceitação. A ideia de aceitar algo faz-nos sempre pensar em conformismo, frustração, submissão, desistência. E não é assim que nós concebemos o mundo nem a existência humana.
A verdade chocante sobre a sua saúde

Em “A verdade chocante sobre a sua saúde”, Lissa Rankin, médica defende a ideia de olharmos para a saúde de um modo mais holístico.
Obesidade: a Epidemia Global do Século XXI

A obesidade é a epidemia global deste século e está comprovadamente associada ao aumento da probabilidade de sofrermos de problemas cardiovasculares, cancro, entre outros.
Todos unidos pela saúde!

A chegada de um novo ano é, invariavelmente, uma oportunidade para nos renovarmos e projectarmos no futuro os nossos maiores anseios. Neste novo ano de 2016 desejemos que a promoção da saúde seja uma missão de todos nós em conjunto e que não seja vista como uma questão individual e da responsabilidade só daqueles que já foram directamente afectados pela doença.
Aprender a meditar: 1 minuto do seu dia

Os benefícios da meditação são hoje sobejamente conhecidos, mas ainda assim muitos de nós têm dúvidas sobre, como meditar e sobretudo sobre, como integrar este hábito no nosso dia-a-dia agitado.
Stop Cancer Portugal: Criamos Conteúdos Certificados Cientificamente

O interesse na aquisição de novos hábitos de vida tem vindo a crescer e ganhar, de dia para dia, mais adeptos em Portugal. Os números do Stop Cancer Portugal comprovam-no.
Tenha a coragem de exprimir o que sente!

Na sequência dos artigos anteriores, este mês continuamos a reflectir acerca dos 5 maiores arrependimentos verbalizados por doentes terminais acompanhados pela enfermeira australiana Bronnie Ware. A razão pela qual este estudo se tem revelado tão impressionante é o facto de nos permitir reflectir acerca de questões importantes que afectam a nossa qualidade de vida e bem-estar mas que, infelizmente, temos dificuldade em aprofundar quando tudo corre, aparentemente bem. Em contrapartida, a proximidade com uma experiência limite torna mais clara a nossa visão sobre essas questões. Então, aproveitemos para preventivamente fazer esta reflexão pois, no final o que realmente importa é a qualidade da vida que escolhemos ter, apesar das circunstâncias. Assim, o terceiro maior arrependimento verbalizado pelos doentes de Bronnie foi a falta de coragem para exprimirem os seus sentimentos de um modo franco. Muitas pessoas reprimem as suas emoções para conseguirem manter relações mais pacíficas, não desiludindo ou contrariando os outros, contudo, o resultado acaba por ser a aceitação resignada de uma existência medíocre e a sensação de nunca terem sido capazes de se assumirem como realmente são. Esta repressão, muitas vezes conduz à doença pois deste modo a vida vai sendo vivida com o peso da amargura e do ressentimento. Por trás desta decisão de sacrificar o bem-estar pessoal em prol dos outros está, muitas vezes, a crença na inevitabilidade de recuperar do sofrimento causado pela perda dos laços afectivos com os outros, aqueles a quem não se quer desiludir ou magoar. Contudo, é também sacrificada a oportunidade de construir relações realmente gratificantes para todos os intervenientes, pois tratar-se-ão, de relações assentes em alicerces frágeis. Por outro lado, também se compromete o desenvolvimento pessoal na medida em que ocorre um lamentável desperdício de tempo e energia, investidos em relações patológicas e nada gratificantes, as quais eventualmente só não se transformam em algo novo pela dificuldade de arriscarmos sermos nós próprios. A verdade é que muitas vezes é possível descobrir, agradavelmente, que os outros têm muito mais disponibilidade para aceitarem o nosso verdadeiro eu do que julgávamos, desde que o façamos com a capacidade de aceitar também no outro os seus próprios sentimentos. É esse o verdadeiro teste ao amor que temos por quem nos é próximo e, acima de tudo, ao nosso amor-próprio, tão ou mais importante do que qualquer outro. Então, arrisquemos a sermos nós próprios e a exprimirmos os nossos verdadeiros sentimentos reconhecendo o mesmo direito a quem amamos. [fonte]Créditos da imagem: http://www.bloglovin.com/blogs/cubicle-refugee-2227519?blog=2227519&post=2409967713&viewer=true [/fonte]
Reclame o direito de viver de acordo com as suas convicções!

A australiana Bronnie Ware dedicou parte da sua vida a trabalhar em cuidados paliativos e foi na sequência dessa experiência difícil mas enriquecedora que teve oportunidade de ouvir muitas das últimas reflexões dos seus doentes.
Reclamemos mais tempo para a nossa vida familiar!

Todos nós, particularmente quem tem filhos a crescer, se confronta com a angústia de por um lado ter que trabalhar (por vezes em trabalhos muito pouco satisfatórios) e por outro desejar dispor de mais tempo para a vida familiar.
Stop Cancer Portugal: 5 anos celebrados com milhares de visualizações

O Stop Cancer Portugal foi criado há 5 anos e recebe, em média, 20 mil visualizações por mês. Os acessos à página fazem-se a partir de Portugal, mas também de países como Brasil, Suíça, França, Reino Unido e Estados Unidos.
Na próxima refeição, coma com atenção!

No passado dia 4 de Fevereiro celebrou-se o dia mundial do cancro e um pouco por todos os meios de comunicação social, se fez referência a este autêntico flagelo que mata, só em Portugal, um em cada 4 portugueses, segundo o que ouvi anunciado numa rádio nacional. É muito preocupante! Mas no Stop Cancer Portugal temo-nos vindo a focar nas soluções e não no problema e por isso aqui estamos todos juntos a contribuir com todos os meios possíveis para que um dia possamos erradicar definitivamente o cancro. Entre as diversas recomendações oficiais que têm vindo a ser divulgadas para a prevenção do cancro, encontram-se os hábitos de vida saudáveis e entre estes, muito especialmente os hábitos alimentares saudáveis. E a este respeito muito tem sido feito no Stop Cancer Portugal e, por isso, pode por aqui encontrar informação muitíssimo rica, variada e sobretudo especializada e fidedigna a respeito de alimentação saudável. Contudo, e não sendo essa a minha área de trabalho e estudo, venho também falar-vos de alimentação mas numa perspetiva um pouco diferente. Falo de “alimentação em atenção plena” ou “Mindful Eating”. Uma das grandes dificuldades em manter uma alimentação saudável, para além do nosso ritmo de vida acelerado, o qual nos impede muitas vezes de dispormos de tempo para cozinhar e comer de modo saudável, é a chamada “fome emocional”, ou sejam, as motivações afetivas e emocionais do acto de comer. Quantos de nós não enfrentaram já momentos em que sentimos necessidade de comer porque procuramos conforto, porque queremos recompensar-nos, porque tivemos um dia stressante e cansativo ou porque estamos sós, aborrecidos ou deprimidos? Comer deveria de ser um acto natural, saudável e prazenteiro com vista à satisfação da fome, conforme nos é referido aqui, contudo, na nossa cultura de abundância, é cada vez mais um acto que realizamos apressadamente e sobretudo sem plena atenção e consciência de qual deveria de ser a verdadeira motivação do acto de nos alimentarmos. Assim, e por este motivo, surgiu este verdadeiro “movimento” chamado “Mindful Eating” ou “Alimentação em Atenção Plena”. Em que consiste este movimento? A “alimentação em atenção plena”, inspirada nas práticas orientais da meditação em atenção plena, consiste, segundo o “Center for Mindful Eating”, em permitir a cada um de nós tornar-se desperto para as oportunidades positivas e nutritivas que estão disponíveis a partir do acto de seleção e preparação dos alimentos, respeitando a nossa sabedoria interior. Esta prática pretende ajudar-nos a mudar a nossa relação com a comida, aprendendo a usar todos os nossos sentidos, escolhendo comer alimentos que nos satisfaçam e que ao mesmo tempo sejam nutritivos para o nosso corpo e reconhecendo as nossas reações à comida: o que gostamos, o que não gostamos, o que nos é indiferente, sem julgamentos e adquirindo cada vez mais consciência do que é realmente a nossa fome física (e não a nossa fome emocional) e das pistas que nos indicam que já estamos saciados e, assim, guiarmos as nossas decisões do início ao fim de uma refeição. Segundo Leo Babauta no seu livro “52 Changes”, comer em atenção plena ajuda-nos a comer mais devagar e a saborear mais plenamente os alimentos, em lugar de os devorarmos. Deste modo, ficamos saciados mais rapidamente e não comemos tanto. Este autor sugere o seguinte exercício para iniciar uma mudança gradual para uma alimentação em atenção plena: Escolha uma refeição por dia e assuma para consigo próprio(a) o compromisso de comer essa refeição em atenção plena, todos os dias durante uma semana. Durante a refeição escolhida, não olhe para o seu telemóvel, nem para o computador ou para a televisão e não leia ou tenha qualquer espécie de entretenimento. Limite-se a comer. Escolha um sítio específico para comer. À mesa e sem mais nada a não ser um copo de água ou uma chávena de chá. Olhe para a comida e disfrute da “beleza” do que se prepara para comer. Saboreie cada garfada, mastigue devagar e prove os alimentos plenamente. Desfrute dos sabores e das texturas. Uma dentada de cada vez. Deglute os alimentos e inspire antes de sequer considerar devorar a próxima garfada. Repare nos seus “gatilhos” emocionais antes de comer e enquanto está a comer. Quando estiver quase a terminar, faça uma pausa de 5 minutos. Perceba se está satisfeito, vá fazer qualquer outra coisa e coma mais, apenas se ainda sentir fome após 5 ou 10 minutos. Leo Babauta, propõe ainda que continue a praticar durante todo o ano. Poderá fazê-lo em eventos sociais e em festas poderá “abusar” um pouco pois só comerá uma pequena quantidade, já que comerá mais devagar. Preparados para o desafio? [fonte] Fontes de informação: http://www.thecenterformindfuleating.org/; http://amihungry.com/what-is-mindful-eating/; Babauta, Leo. 52 Changes (Ebook) Fonte da imagem: http://www.intuitivelywell.com/change-from-within-mindful-weight-management/[/fonte]
Este ano, não se esqueça de celebrar cada dia!

O ano novo começa com festa e celebração, para muitos de nós, e fazemo-lo já quase sem reflectirmos no porquê. É espontâneo e habitual, por isso não questionamos. Mas a verdade é que celebrar a chegada de um novo ano é celebrar a oportunidade de recomeçar.
Sobreviventes de Cancro da Mama: começar já

Depois dos tratamentos, os sobreviventes de cancro da mama são confrontados com comentários e informações, por vezes, contraditórios e alguns sem fundamentação científica, relacionados com o estilo de vida a adotar.
O poder da gratidão

Há muito que penso escrever sobre gratidão, porém não me pareceu até ao momento um tema simples e, afinal, aqui falamos de simplicidade. Mas chegou a altura de o fazer, pois é de “bom senso” e a quadra natalícia pareceu-me o “pretexto” ideal.