Couve-de-Bruxelas: a europeia
Aproveite ainda a couve mais europeia da família das crucíferas, a de bruxelas! Está quase a acabar a sua estação, ou “season” como dizem alguns dos nossos parceiros europeus. A colheita da couve-de-bruxelas começa em Setembro e acaba em Março, e se ainda pode saboreá-las frescas, para quê perder a oportunidade?
Adaptação à doença: Preocupação ansiosa
A ansiedade é o factor que predomina neste estilo de adaptação à doença. Um dos comportamentos mais comuns é a busca compulsiva da serenidade.
Gelado de morango contra o cancro

Cientistas da Universidade de Auckland desenvolveram um gelado de morango com propriedades terapêuticas a recuperar dos efeitos da quimioterapia.
O alho francês no seu tempo
O alho francês está disponível o ano inteiro na zona dos frescos dos supermercados, mas, na realidade, só se deveria consumir este produto hortícola nos meses em que a Natureza os disponibiliza, isto é, entre Janeiro e Abril e depois na segunda colheita do ano, entre Setembro e Dezembro.
Adaptação à doença: Desânimo-Fraqueza
Neste estilo de adaptação à doença, o doente é consumido pela percepção da ameaça do cancro. O foco de atenção do indivíduo é a perda iminente da sua vida e encara a doença como uma derrota.
Objectivo 2011: deixar de fumar!
No início de cada ano renovam-se desejos, constroem-se planos e perspectivam-se promessas. Provavelmente, qualquer um de nós conhece alguém que planeou deixar de fumar no início do novo ano. Deixar de fumar só traz vantagens principalmente para si! Para o fazer necessita de confiança e do apoio e motivação das pessoas que o rodeiam!
A 12 uvas passas de entrar no novo ano
Doze uvas passas podem apetrechar o corpo de uma dose adicional de fibra, vitamina C, ferro, selénio e potássio. Tão pequeninas e tão ricas!
Stop Cancer Portugal: os 10 mais lidos em 2010
Estamos a alguns dias do final do ano 2010. Para que ainda possa ler os artigos mais procurados e lidos do Stop Cancer Portugal, divulgamos aqui a lista dos 10 mais.
Adaptação à doença: Fatalismo
Em continuação da última rubrica sobre os estilos de adaptação à doença, hoje vou escrever sobre o “fatalismo”. O diagnóstico representa um mal menor, não há controlo que possa ser exercido sobre a situação.
O legume da minha vida

Tornou-se moda usar expressões como: o filme da minha vida, a viagem da minha vida, o livro da minha vida…. Todas estas frases provavelmente derivaram daquela outra que inspirou muitos romances, o amor da minha vida, para transmitir aos outros o que já nos fez ou ainda nos pode fazer felizes, enfim satisfeitos! Pois bem, por esta ordem de ideias, o legume da minha vida é a couve portuguesa.
Vírus do Papiloma Humano
A infecção pelo vírus do papiloma humano (VPH) é a doença sexualmente transmissível (DST) mais frequente, estimando-se que cerca de 50 a 80% das mulheres contraiam a infecção durante algum período das suas vidas.
Adaptação à doença: Negação
Em continuação da última rubrica sobre os estilos de adaptação à doença, hoje vou escrever sobre a “Negação”. Na negação a pessoa recusa aceitar o impacto que a doença pode ter na sua vida.
Porque fumam os nossos jovens?

Pergunto-me com muita frequência: se o tabaco faz mal à saúde, porque é que os jovens fumam? É evidente a existência de uma grande curiosidade na infância e adolescência relativamente a novas experiências, assim como a aquisição por parte de muitos jovens de dinheiro fácil, a dita mesada. Estes dois factores podem facilmente conjugar-se e levar os jovens ao consumo de cigarros sem grande dificuldade. Calcula-se que entre 70 a 90 % das pessoas que “provam” quatro ou mais cigarros por dia serão no futuro, fumadores regulares. Esta é, sem dúvida uma situação preocupante na medida em que os jovens não têm este tipo de conhecimento nem controlo sobre esta situação. Mas, informação acerca dos malefícios do tabaco não falta. Se pegarmos em maços de cigarros variados, encontramos as seguintes frases “fumar mata“, “fumar faz mal à saúde“, “fumar provoca cancro“, … Então eu volto a perguntar: se o tabaco faz mal à saúde, porque é que os jovens fumam? Tabagismo na adolescência Há uns dias atrás, ao consultar um livro de Biologia do 11º ano, deparei-me com temas muito interessantes relacionados com “Crescimento, renovação celular e reprodução”. Após uma breve leitura sobre a “Universalidade e variabilidade da molécula de DNA”, “Replicação do DNA”, “Fluxo de informação genética” encontrei também e na sequência do tema “Alterações do material genético” onde foca a importância da mitose no desenvolvimento celular e possíveis alterações que podem originar o cancro, nomeadamente o cancro do pulmão. Mas para melhor compreendermos este raciocínio, passo a citar uma das frases do referido livro: “Numa neoplasia, as células dividem-se desordenadamente e podem adquirir características de malignidade: As células dos tumores malignos podem, então, invadir os tecidos vizinhos ou espalhar-se por outras partes do corpo – metastização (do grego metastasis = mudar de lugar). Sendo os mecanismos de regulação influenciados por moléculas provenientes quer do meio interno quer do meio externo, é fácil compreender o perigo que determinadas substâncias químicas, como o fumo do cigarro, poluentes, corantes e outras substâncias podem representar para a saúde”. No final desta breve consulta, mais uma vez coloquei a seguinte questão: porque é que, mesmo com informação científica acerca das alterações provocadas pelos cigarros (referenciadas nos manuais escolares) os jovens fumam? Esta é realmente uma questão de difícil resposta, à qual eu não consigo responder. No entanto, entendo como profissional de saúde e como mãe, que vale a pena lutarmos no sentido de transmitirmos aos nossos jovens informações válidas e capazes, no sentido de os esclarecer acerca da importância da aquisição de hábitos de vida saudáveis e proteger contra doenças que têm tanto de grave como de dor. [fonte]Bibliografia: Silvia, A. Santos, M. Gramaxo, F. Mesquita, A. Baldaia, L. & Félix, J. – Terra Universo de Vida. Biologia. 1ª parte. Pag. 50. Porto Editora 2009. Crédito das imagens Designed by Freepik[/fonte]
iPhone pode, mais uma vez!
Depois de termos falado da aplicação Runkeeper, o iPhone tem agora uma nova aplicação, o SunSmart, que pode ajudar a combater o cancro da pele.