Adoptar um estilo de vida saúdavel

Lar doce lar

lar-doce-lar

Grande parte da nossa vida é passada em casa – mas o que distingue a casa de um lar? Faça uma reflexão sobre isso.

A saúde e os espaços

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Será que o ambiente hospitalar tem algum impacto na saúde física e mental dos doentes? Haverá alguma influência na recuperação dos doentes internados?

O Direito à Preguiça

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Quantos de nós se sujeitam a condições pouco dignas para realizar esse trabalho? Quantos de nós fazemos esse trabalho com prejuízo da própria saúde?

O Sofrimento e o Tempo

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É difícil avaliar de forma precisa o sofrimento de outra pessoa. A única maneira de avaliar o sofrimento é perguntar ao doente. Mas perguntar o quê?

Alcaçuz, uma raiz-doce

A raiz doce do alcaçuz pode ser utilizada de diversas formas: em infusão, mastigando a sua raiz, ou como adoçante na confeção de doces. Plante-a este ano!

Os Organismos Geneticamente Modificados, vistos de uma outra perspetiva

A evidência científica existente sobre os Organismos Geneticamente Modificados (OGM) tem provas de que são seguros na alimentação e trazem benefícios ambientais, tornando a agricultura mais sustentável. Então porque há uma discrepância entre o que a ciência diz sobre os OGM e o que as pessoas pensam?

Um ritmo saudável para o ano 2016

O ano novo de 2016 merece ser inaugurado com um novo ritmo, um ritmo saudável. No campo da saúde e da prevenção, em 2016 terá bons resultados se nas suas decisões, introduzir novas rotinas. Basta uma ou duas, novas rotinas a que o seu corpo não esteja habituado, para observar resultados positivos. Ou está com coragem de aceitar todas as minhas propostas? Nesse caso a reviravolta será notável!

O despertar da força: quanta saúde está em si?

Viver no planeta Terra com “meia saúde” é complicado, há limitações de várias ordens. Por outro lado, adotar um estilo de vida que promova a saúde e a plena forma física e mental representa ganhos semelhantes aos concedidos pela “força” dos Jedi.

Nós, em Raio X

Há um café onde gosto de rever amigos que tem um pormenor que me perturba sempre: a casa de banho! Acreditem! – Usá-la é uma experiência única! Eu explico: a casa de banho em questão não tem tinta, azulejo ou outra decoração comum nas paredes. Tem, ao invés disso, espelhos e mais espelhos. Espelhos em todos os lados. Se fizerem um exercício de imaginação, conseguirão perceber facilmente que se trata de uma experiência reveladora!

O corpo está preparado para a saúde

A maioria das perturbações orgânicas, incluindo a obesidade, a diabetes e as doenças cardiovasculares deve-se à adoção e permanência de estilos de vida, hábitos, rotinas e comportamentos que, aliados a alguma ignorância e muita ingenuidade, atentam contra o estado de saúde ótimo a que todos temos direito. Muitos dos nossos hábitos, que se instalam por longos anos, são geradores de toxinas orgânicas e toxinas mentais, desequilibrando a energia que sustenta a vida da mais pequenina célula ao órgão mais complexo. Como o corpo tende naturalmente para o equilíbrio (os genes querem que nós vivamos, não porque gostem de nós mas porque precisam do nosso corpo para assegurarem a perpetuação da nossa espécie) acontece que ele tolera muitos dos nossos atentados contra a saúde pelo que é natural sentirmo-nos em muito bom estado, fortes e saudáveis durante anos. Há milhares de doenças nos seres humanos. Por causa de tão sombrio número a probabilidade (teórica) de ficarmos doentes é elevadíssima; não obstante, o nosso sistema imunitário e a natural resistência dos vários órgãos que constituem o corpo permitem-nos manter-nos com um razoável nível de saúde a maior parte da nossa vida. Vários investigadores (médicos e biólogos) consideram perfeitamente viável qualquer pessoa saudável atingir os 100 anos de idade sem incapacitações ou doenças, ou seja, num estado de saúde ótima desde que adote um conjunto básico de hábitos que lhe garanta uma alimentação equilibrada, exercício físico quanto baste e tranquilidade mental e emocional.

Estados mentais influenciam a saúde

Se fossemos capazes de usufruir de uma visão microscópica descobriríamos que vivemos rodeados de ameaças à nossa saúde. Vírus, bactérias, fungos e outros seres pouco amistosos estão por todo o lado. O panorama só não é aterrador porque não os vemos. São demasiado minúsculos. Há ainda aqueles agentes de natureza mais subtil que não são menos perigosos: por exemplo, o chamado “mau colesterol“, a pressão alta, as muitas toxinas que circulam no corpo, o excesso de açúcar, as substâncias nocivas devidas ao fumo do tabaco e outras fontes de poluição, etc. Não é necessário falar dos acidentes, dos atos de violência e das guerras para concluirmos que o mundo em que vivemos, apesar de toda a sua beleza, não é um lugar fácil para se viver. Apesar da evolução admirável da medicina e da biotecnologia continuamos expostos a um elevado número de riscos para a saúde. É certo que o estado normal de um organismo, e para o qual as suas energias tendem naturalmente a empurrá-lo, é a saúde. Estados mentais e o conceito de saúde Saúde não quer dizer apenas ausência de doença. Significa muito mais porque também o conceito evoluiu. Ter saúde significa bem-estar e harmonia consigo próprio, equilíbrio emocional, relações interpessoais prazerosas. Os estados emocionais exercem uma poderosa influência na saúde de tal forma que se pode dizer que todas as doenças têm uma componente psicológica que lhe está associada. Até uma vulgar constipação não deixa de ser influenciada pela personalidade e a psique do seu portador. Já não se trata apenas de uma crença ou de uma suspeição. Novas técnicas moleculares e farmacológicas identificaram uma complexa ligação do sistema imunológico (encarregado de defender o organismo) ao sistema nervoso (cujo órgão central é o cérebro) e através da qual substâncias químicas produzidas pelas células de ambos os lados influenciam-se mutuamente. Nos laboratórios do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos foi verificado que qualquer tipo de interrupção nessa rede de comunicações (sejam de natureza hereditária ou provocadas por substâncias tóxicas e até cirurgias) aumenta o risco de se desenvolverem-se doenças infeciosas, inflamatórias, auto-imunes e também de natureza psicológica (como a depres-são). Num artigo publicado na revista Scientific American Brasil (edição nr. 23) os doutores  Esther M. Sternberg e Philip W.Gold, investigadores especializados no sistema imunológico, concluíram que o nosso estado emocional pode, com efeito, influenciar a forma como resistimos ou nos recuperamos de processos inflamatórios ou infeciosos. Sistema imunitário e sistema nervoso Ao contrário do que possa parecer, os sistemas imunitários e nervosos são parecidos no modo como recebem, reconhecem e integram sinais para manter o corpo sob sua proteção. Enquanto o sistema nervoso tem o seu centro de comando no cérebro, o sistema imunológico é descentralizado e distribui-se por todo o corpo através de estruturas como o baço, os linfonodos, o timo e a medula óssea. Ambos possuem os seus próprios sensores que captam informações do ambiente e do corpo assim como executores destinados a por em marcha as respostas apropriadas a cada situação considerada anómala. A um nível mais profundo da investigação verificamos que os dois sistemas servem-se de mediadores químicos para se comunicarem entre si e adoptarem estratégias de defesa integradas. Enquanto o sistema nervoso produz substâncias químicas que podem agir como sinais para o sistema imunológico, as células deste também interagem com o cérebro e as vias nervosas. Trata-se pois de uma comunicação cruzada em que se produz intenso intercâmbio de informações sobre o estado do organismo a cada instante da nossa vida. Esse funcionamento cooperativo é vital para mantermos a saúde sendo desejável que os dois sistemas se mantenham amigos e em harmonia. Outros sistemas hormonais e nervosos como a tiróide, as hormonas de crescimento e as vias bulbo-simpáticas (que ligam o sistema nervoso simpático e o bulbo) participam na interação informativa e executiva estabelecida entre o cérebro e o sistema imunológico.