Obesidade infantil: aprender a dizer não é prevenção!

Prevenir a obesidade infantil na sua família pode passar por essa aprendizagem: dizer não ou, de um modo mais suave, dizer “Por hoje chega!”.
Diabetes: um documentário sobre a complexidade da doença

“Carb-Loaded – A culture Dying to eat” é um documentário sobre a diabetes. De modo genuíno e gradual explora a complexidade dos factos sobre esta doença.
O que devemos saber sobre a obesidade?

O que devemos saber sobre a obesidade? Qual é a diferença entre ter excesso de peso e ser obeso? E como é que uma pessoa se torna obesa? Assista ao video.
Dia Mundial da Saúde 2016: seja super para vencer a diabetes!

No Dia Mundial da Saúde de 2016, a OMS alerta-nos para o impacto da diabetes na saúde pública e coloca-nos o desafio: ajudar a travar o aumento da diabetes.
KiDS App: prevenir a diabetes na escola

A KiDS app ou KiDS & Diabetes in School é uma aplicação para prevenir a diabetes na escola e faz parte de um pacote educativo para informar sobre a doença e destina-se a crianças, pais e professores. Desenvolvido pela International Diabetes Federation, esta aplicação, gratuita, insere-se num programa mais vasto para o tratamento e prevenção da diabetes. O dia mundial da diabetes comemora-se todos os anos a 14 de novembro, mas sua prevenção não deve esgotar-se só num dia ou numa semana. Há 542 mil crianças com diagnóstico de diabetes tipo 1. Em cada 6 segundos, uma pessoa morre por diabetes, contabilizando 5 milhões de mortes anuais. Esta doença é responsável por 12% da despesa global com a saúde. São 673 milhões de dólares! Mais de metade desta despesa poderia ser aproveitada em prol do bem-estar da humanidade e do planeta, utilizando a melhor estratégia na saúde: a prevenção. A melhor forma de atrair a atenção dos mais novos é proporcionar-lhes muita ação com a ajuda das novas tecnologias e de aplicações acessíveis em telemóveis e ecrãs interativos. A KiDS, além de muita informação sobre a diabetes tipo 1 e tipo 2, disponibiliza um plano de tratamento e jogos para testar os conhecimentos sobre a diabetes, sobre alimentação saudável, como se controla o açúcar no sangue e ainda como atuar em situações de emergência. Estão disponíveis três jogos: o teste de verdadeiro ou falso, o jogo da pirâmide alimentar e o jogo da hipo. Abra o iTunes ou o Google Play e instale a app KiDS. Experimente para ter uma noção do potencial desta ferramenta educativa. Faça o download aqui do pacote educativo traduzido para português (do Brasil) para ser utilizado conjugando com a aplicação. Agora já pode organizar uma atividade de modo a aproveitar toda a dinâmica e informação que a app KiDS oferece ao longo do ano. [fonte] Fonte de Informação: International Diabetes Federation [/fonte]
O corpo está preparado para a saúde

A maioria das perturbações orgânicas, incluindo a obesidade, a diabetes e as doenças cardiovasculares deve-se à adoção e permanência de estilos de vida, hábitos, rotinas e comportamentos que, aliados a alguma ignorância e muita ingenuidade, atentam contra o estado de saúde ótimo a que todos temos direito. Muitos dos nossos hábitos, que se instalam por longos anos, são geradores de toxinas orgânicas e toxinas mentais, desequilibrando a energia que sustenta a vida da mais pequenina célula ao órgão mais complexo. Como o corpo tende naturalmente para o equilíbrio (os genes querem que nós vivamos, não porque gostem de nós mas porque precisam do nosso corpo para assegurarem a perpetuação da nossa espécie) acontece que ele tolera muitos dos nossos atentados contra a saúde pelo que é natural sentirmo-nos em muito bom estado, fortes e saudáveis durante anos. Há milhares de doenças nos seres humanos. Por causa de tão sombrio número a probabilidade (teórica) de ficarmos doentes é elevadíssima; não obstante, o nosso sistema imunitário e a natural resistência dos vários órgãos que constituem o corpo permitem-nos manter-nos com um razoável nível de saúde a maior parte da nossa vida. Vários investigadores (médicos e biólogos) consideram perfeitamente viável qualquer pessoa saudável atingir os 100 anos de idade sem incapacitações ou doenças, ou seja, num estado de saúde ótima desde que adote um conjunto básico de hábitos que lhe garanta uma alimentação equilibrada, exercício físico quanto baste e tranquilidade mental e emocional.
Porque são irresistíveis os alimentos com açúcar?

É aborrecidamente verdade: o açúcar está em quase tudo o que compramos para comer e beber! E não está apenas nos doces e nas sobremesas. A maioria das crianças portuguesas, hoje, ingere diariamente doces, como confirma uma notícia recentemente publicada pelo JN, a propósito de uma investigação conduzida pelo Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP). Por mais que isto seja referido na capa dos jornais, continuamos incapazes de conceber a extensão de uma das principais ameaças sobre a saúde futura destas crianças. Por ser um processo longo, a repetição diária do abuso de produtos alimentares que não transportam mais do que açúcar, o resultado só se vê uns anos mais tarde. A ingestão diária do açúcar acontece agora, os resultados revelam-se depois com a obesidade, a diabetes e outras doenças que se vêm a instalar em paralelo. Esclarecidos sobre os factos, com argumentos credíveis, somos capazes de fazer as alterações necessárias para transformar esta realidade. Veja o que acontece no cérebro que torna os alimentos com açúcar irresistíveis. [fonte] Créditos da imagem: Jornal de Notícias [/fonte]
Stop Cancer Portugal: os mais lidos em 2013
É habitual divulgarmos a lista dos 10 artigos mais lidos neste espaço. Este ano, apresentamos o autor e o seu artigo mais lido durante 2013.
Diabetes: proteger o nosso futuro
Esta semana comemora-se o dia mundial da diabetes, 14 de novembro. Por esse motivo, decidimos mostrar-lhe alguns números sobre a doença. Clique e conheça esta realidade que afeta o mundo inteiro.
Verdadeiros Ursos: a realidade dos factos sobre os refrigerantes!

Esta é uma história contada por uma família de ursos mas conta também a história de milhões de famílias espalhadas pelo mundo inteiro. Veja e ajude a partilhar os verdadeiros factos sobre os refrigerantes e outras bebidas açucaradas que, ingenuamente, muitos de nós ignoram e selecionam para os lanches dos mais novos.
O meu nome é Bel, Beldroega
O meu nome é Beldroega. Os especialistas em botânica chamam-me de Portulaca oleracea e sou uma planta selvagem comestível. Mas, para maioria dos humanos, sou considerada uma espécie de erva daninha, daquelas indesejáveis, que parecem brotar espontaneamente pelos quintais e hortas.
Arroz: tolerado por todos
O arroz é um cereal que é extraordinário pelo seu perfil nutricional e também porque, entre os outros cereais, é o melhor tolerado, mesmo até pelos intolerantes ao glúten. Aliás, quando há qualquer desconforto digestivo, o arroz simples e cozido é a primeira prescrição de um profissional de saúde.
Carbs & Cals no smartphone contabiliza hidratos de carbono e calorias

Carbs & Cals é uma aplicação para smartphones que permite gerir a ingestão de hidratos de carbono e calorias das refeições. É sobretudo muito útil para pessoas com diabetes, para quem segue um plano nutricional para perder peso ou mesmo, para aqueles que pretendem ter uma alimentação mais equilibrada. Esta aplicação permite visualizar mais de 1400 fotografias de alimentos e bebidas com a informação da quantidade, em hidratos de carbono e em calorias, em porções identificadas por peso em gramas. Permite registar os valores dos hidratos de carbono e das calorias de cada refeição e obter os totais no final de cada dia. Assim, é mais fácil aprender a escolher os alimentos, qual a porção mais indicada para as necessidades diárias do que se pretende, uma alimentação saudável. A Associação Britânica de Dietética aprova e recomenda a utilização da Carbs & Cals. Encontra-se também disponível o livro, editado em português em parceria com a Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal.
Não deixe a sua saúde pendurada!
A proposta que vos trago é de reflexão com base no resumo de quatro estudos referenciados no jornal electrónico New Scientist, na secção de saúde, e que considerei interessantes na medida em que nos falam de coisas simples, evidentes ao olhar e que se encontram provadas por estudos científicos. Quantos de nós não ouvimos já falar que a falta de atividade física não faz bem nenhum? Que a vida sedentária que hoje todos levamos, miúdos e graúdos, tem impactos nefastos na nossa saúde? Cada vez mais somos instigados a sair da cadeira ou do sofá e a ir dar uma caminhada de 30’. E nas escolas? O trabalho tem de ser feito pela mudança de atitude, pela perseverança e através do “eu sou capaz” e, aos poucos, tudo se torna acessível, possível e… porque não? A inatividade física mata tantas pessoas como o tabaco Se é daquelas pessoas que necessita de um tratamento de choque para alterar os seus hábitos tome nota: a falta de atividade física mata aproximadamente tantas pessoas quanto fumar. Essa é a mensagem chocante de uma série de artigos publicados esta semana sobre o impacto da saúde versus inatividade. Os documentos publicados na conceituada revista The Lancet sugerem que mais de 5,3 milhões de mortes poderiam ser evitadas a cada ano se todas aquelas pessoas inativas tivessem praticado exercício, e o mesmo quando se olha para as 5 milhões de mortes anuais por tabagismo. A prática de 150 minutos, ou mais, de exercícios moderados como é o exemplo da caminhada de que já falámos noutras partilhas poderiam evitar essas mortes. I-Min Lee, chefe de equipa da Harvard Medical School, refere num dos trabalhos publicados que pretende calcular o número de mortes que seriam evitadas se todas as pessoas no mundo fossem ativas. Assim, com base em dados de 2008, analisou as mortes causadas por doenças graves associadas à falta de exercício: doença cardíaca coronária, diabetes tipo 2, cancro do intestino, cancro de mama, e cruzou os dados dos óbitos com informação sobre os níveis de exercício em cada país. As conclusões revelaram que, se todos atingissem os seus objectivos semanais de exercício: cerca de 6 por cento dos que morreram de ataques cardíacos globalmente teriam sobrevivido; 7 por cento dos que morreram de diabetes tipo 2; 10 por cento daqueles que morreram de cancro de mama ou cólon. Saúde e a pandemia da inatividade O principal autor de outro artigo publicado também no The Lancet, Harold Kohl, considera que as transformações ocorridas nas populações que conduziram à mecanização, industrialização e à dependência de carros, relegaram a atividade física para fora das vidas das pessoas e que, agora, os resultados estão a matar-nos. Harold Kohl, da Universidade do Texas Health Sciences Center, em Houston, diz que os números significam que a inatividade criou um quotidiano moderno que se expandiu numa “pandemia“, provocada pela mecanização do trabalho diário e a vida doméstica, a facilidade de transporte e a prevalência de lazer sedentário como os jogos de computador e a permanência frente à televisão. Este autor defende uma ação global para reverter a situação. Noutro artigo, Pedro Hallal da Universidade Federal de Pelotas no Brasil constatou que, globalmente, 42 por cento dos adultos passam mais de quatro horas por dia sentados, e 2/3 dos adolescentes passam duas horas a ver televisão, sem pausa, por dia. Este autor considera que tal situação não deve ser atribuída à falta de motivação das pessoas, mas sim na escassez de ambientes que fomentem o movimento e o exercício, como andar a pé ou de bicicleta. Forçados a caminhar Mais de 100 cidades na América do Sul tiveram algum sucesso no combate à inatividade com a seguinte estratégia: periodicamente, fecham estradas de grande tráfego. O movimento “Ciclovia” começou há 30 anos em Bogotá, na Colômbia: aos domingos de manhã, “Em 72 dias do ano, 100 Km de ruas da cidade são fechadas ao trânsito”, adianta Gregory Heath, da Universidade do Tennessee em Chattanooga, que avaliou diferentes intervenções em todo o mundo que funcionassem melhor para ajudar as pessoas a retomarem a atividade física. Heath diz que pelo menos um milhão de pessoas aproveitam o “Ciclovia” em Bogotá, com uma actividade média de 140 a 180 minutos por semana, e permite a cerca de 14% da população do país cumprir os seus objectivos semanais de exercício. Heath estudou também a utilização de pedómetros, que medem o número de passos que uma pessoa faz diariamente, e concluiu que são ferramentas extremamente eficazes para motivar as pessoas a caminhar e a se exercitarem mais. “Eles dão um feedback, assim as pessoas podem ver o quanto fazem e estabelecer metas pessoais“, diz o autor. Os Jogos Olímpicos não ajudam Apesar de os Jogos Olímpicos estarem aí, é improvável que venham a inspirar as pessoas a se exercitarem mais. Adrian Bauman, da Universidade de Sidney, na Austrália, é autor de um estudo que explora o que motiva algumas pessoas a se exercitarem em detrimento de outras motivações. Ele considera que “Os desportos olímpicos são uma coisa de elite, associado ao orgulho nacional, mas não são encarados como atividade física para o quotidiano”. Na sua investigação demonstrou que os Jogos Olímpicos de Sydney, em 2000, não tiveram impacto sobre os níveis de atividade física na Austrália. “O desporto de alto rendimento não é o caminho para diminuir a pandemia de inatividade física”, refere o autor. Bauman considera que a resposta está na atitude a adotar nas escolas; valorizar as atividades apreciadas pelos alunos para as manter ao longo da vida, em vez de se privilegiar atletas vencedores. [fonte] Fonte de Informação: http://www.newscientist.com/article/dn22072-physical-inactivity-kills-as-many-people-as-smoking.html [/fonte]