Ida & Volta: Passagem por S. Martinho do Porto
2º Percurso Os ténis não ficaram pendurados a descansar, vieram comigo para as caminhadas matinais. S. Martinho do Porto está renovado. Há já algum tempo que os esforços da população residente e sazonal se aliaram no sentido de melhorar a água da Baía e de dar uma nova cara à vila. Com esta renovação veio a criação de um passeio com perto de 6 metros de largura e a acompanhá-lo uma ciclovia de 1 quilómetro e 210 metros que leva entre 12 a 15 minutos, o que significa que a sua caminhada se completa num ir e voltar! Ao longo do percurso encontra diversos utilizadores: caminheiros, corredores, ciclistas e até mães a empurrarem o carrinho do seu bebé (não esqueça o protector pois o sol da manhã tem estado bem forte!). Na verdade, fazer caminhadas está na moda e estende-se a todas as idades! Segundo as informações do turismo, fazer um passeio pela areia até Salir do Porto são 3 km mas, com a maré vazia são apenas 2,5 km. Uma vez mais está garantido um passeio agradável que pode ser acompanhado por toda a família em qualquer uma das sugestões. Que lhe parece?
Amoras: uma de cada vez.
Para quem vive ou está de férias no sul de Portugal, onde as amoras silvestres abundam, é ainda nos dias de hoje uma tarefa absolutamente possível: à medida que vai colhendo as bagas pretas, maduras e sumarentas, pode ir comendo uma de cada vez. Para quê complicar nas sobremesas se é possível ter tudo com umas dezenas de bagas?
Ida & Volta: Caminhar em Lisboa

1º Percurso Estacione o carro mesmo ao lado da Fundação Champalimaud ou no parque da própria fundação (não é caro!) e caminhe até ao Padrão dos Descobrimentos, depois regresse. São aproximadamente 3 quilómetros e levará entre 30 a 40 minutos, dependendo da passada. O percurso é sempre plano, o piso não é atribulado pelo que estão criadas as condições para uma caminhada viável, descontraída e com uma paisagem belíssima. Pela manhã encontrará muitos caminheiros, grupos de amigas e amigos e algumas famílias cujas crianças vão de bicicleta. Ao cair da noite, encontrará de tudo um pouco desde corredores solitários a parceiros de corrida, passando por grupos de caminhada ou de velocípedes. No final pode passar no ginásio de rua e fazer uns abdominais ou alongamentos consoante os desejos do seu corpo. Terminada a tarefa deleite-se num dos bancos, ou mesmo no chão, do espaço circundante à Fundação que convida ao retorno à calma num ambiente inspirador!
Beterraba: nua e crua.

Nua e crua é como deve comer a beterraba: depois de bem lavada e descascada, a beterraba está pronta para fornecer vários nutrientes. Os principais nutrientes da beterraba são o folato, o manganésio, o potássio, as fibras e pequenas quantidades de vitamina C, magnésio e ferro.
Não deixe a sua saúde pendurada!
A proposta que vos trago é de reflexão com base no resumo de quatro estudos referenciados no jornal electrónico New Scientist, na secção de saúde, e que considerei interessantes na medida em que nos falam de coisas simples, evidentes ao olhar e que se encontram provadas por estudos científicos. Quantos de nós não ouvimos já falar que a falta de atividade física não faz bem nenhum? Que a vida sedentária que hoje todos levamos, miúdos e graúdos, tem impactos nefastos na nossa saúde? Cada vez mais somos instigados a sair da cadeira ou do sofá e a ir dar uma caminhada de 30’. E nas escolas? O trabalho tem de ser feito pela mudança de atitude, pela perseverança e através do “eu sou capaz” e, aos poucos, tudo se torna acessível, possível e… porque não? A inatividade física mata tantas pessoas como o tabaco Se é daquelas pessoas que necessita de um tratamento de choque para alterar os seus hábitos tome nota: a falta de atividade física mata aproximadamente tantas pessoas quanto fumar. Essa é a mensagem chocante de uma série de artigos publicados esta semana sobre o impacto da saúde versus inatividade. Os documentos publicados na conceituada revista The Lancet sugerem que mais de 5,3 milhões de mortes poderiam ser evitadas a cada ano se todas aquelas pessoas inativas tivessem praticado exercício, e o mesmo quando se olha para as 5 milhões de mortes anuais por tabagismo. A prática de 150 minutos, ou mais, de exercícios moderados como é o exemplo da caminhada de que já falámos noutras partilhas poderiam evitar essas mortes. I-Min Lee, chefe de equipa da Harvard Medical School, refere num dos trabalhos publicados que pretende calcular o número de mortes que seriam evitadas se todas as pessoas no mundo fossem ativas. Assim, com base em dados de 2008, analisou as mortes causadas por doenças graves associadas à falta de exercício: doença cardíaca coronária, diabetes tipo 2, cancro do intestino, cancro de mama, e cruzou os dados dos óbitos com informação sobre os níveis de exercício em cada país. As conclusões revelaram que, se todos atingissem os seus objectivos semanais de exercício: cerca de 6 por cento dos que morreram de ataques cardíacos globalmente teriam sobrevivido; 7 por cento dos que morreram de diabetes tipo 2; 10 por cento daqueles que morreram de cancro de mama ou cólon. Saúde e a pandemia da inatividade O principal autor de outro artigo publicado também no The Lancet, Harold Kohl, considera que as transformações ocorridas nas populações que conduziram à mecanização, industrialização e à dependência de carros, relegaram a atividade física para fora das vidas das pessoas e que, agora, os resultados estão a matar-nos. Harold Kohl, da Universidade do Texas Health Sciences Center, em Houston, diz que os números significam que a inatividade criou um quotidiano moderno que se expandiu numa “pandemia“, provocada pela mecanização do trabalho diário e a vida doméstica, a facilidade de transporte e a prevalência de lazer sedentário como os jogos de computador e a permanência frente à televisão. Este autor defende uma ação global para reverter a situação. Noutro artigo, Pedro Hallal da Universidade Federal de Pelotas no Brasil constatou que, globalmente, 42 por cento dos adultos passam mais de quatro horas por dia sentados, e 2/3 dos adolescentes passam duas horas a ver televisão, sem pausa, por dia. Este autor considera que tal situação não deve ser atribuída à falta de motivação das pessoas, mas sim na escassez de ambientes que fomentem o movimento e o exercício, como andar a pé ou de bicicleta. Forçados a caminhar Mais de 100 cidades na América do Sul tiveram algum sucesso no combate à inatividade com a seguinte estratégia: periodicamente, fecham estradas de grande tráfego. O movimento “Ciclovia” começou há 30 anos em Bogotá, na Colômbia: aos domingos de manhã, “Em 72 dias do ano, 100 Km de ruas da cidade são fechadas ao trânsito”, adianta Gregory Heath, da Universidade do Tennessee em Chattanooga, que avaliou diferentes intervenções em todo o mundo que funcionassem melhor para ajudar as pessoas a retomarem a atividade física. Heath diz que pelo menos um milhão de pessoas aproveitam o “Ciclovia” em Bogotá, com uma actividade média de 140 a 180 minutos por semana, e permite a cerca de 14% da população do país cumprir os seus objectivos semanais de exercício. Heath estudou também a utilização de pedómetros, que medem o número de passos que uma pessoa faz diariamente, e concluiu que são ferramentas extremamente eficazes para motivar as pessoas a caminhar e a se exercitarem mais. “Eles dão um feedback, assim as pessoas podem ver o quanto fazem e estabelecer metas pessoais“, diz o autor. Os Jogos Olímpicos não ajudam Apesar de os Jogos Olímpicos estarem aí, é improvável que venham a inspirar as pessoas a se exercitarem mais. Adrian Bauman, da Universidade de Sidney, na Austrália, é autor de um estudo que explora o que motiva algumas pessoas a se exercitarem em detrimento de outras motivações. Ele considera que “Os desportos olímpicos são uma coisa de elite, associado ao orgulho nacional, mas não são encarados como atividade física para o quotidiano”. Na sua investigação demonstrou que os Jogos Olímpicos de Sydney, em 2000, não tiveram impacto sobre os níveis de atividade física na Austrália. “O desporto de alto rendimento não é o caminho para diminuir a pandemia de inatividade física”, refere o autor. Bauman considera que a resposta está na atitude a adotar nas escolas; valorizar as atividades apreciadas pelos alunos para as manter ao longo da vida, em vez de se privilegiar atletas vencedores. [fonte] Fonte de Informação: http://www.newscientist.com/article/dn22072-physical-inactivity-kills-as-many-people-as-smoking.html [/fonte]
«O sol é amigo, não faça dele um inimigo!»
A campanha «O sol é amigo, não faça dele um inimigo!» promovida pela Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo alerta para a importância de tomar medidas, simples, contra à radiação ultravioleta (UV), um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento do cancro da pele.
Framboesas: apanhe-as se puder!
Vê-se mais rapidamente uma criança ou um adolescente a comer um pacote de gomas, a imitar framboesas, do que a comer verdadeiras framboesas. Pela sua beleza exterior, as framboesas são, à partida, uma tentação; mas, quando estão maduras são de uma doçura intensa e perfumada. De resto, como o são muitos outros frutos, quando são consumidos na sua época natural de colheita.
Como se desenvolve uma célula cancerígena?

Como se desenvolve uma célula cancerígena? Para saber a resposta a esta questão, assista ao vídeo que partilhamos. São pouco mais de dois minutos com informação extremamente útil.
Atum: o bom do bonito
Dizer atum ou bonito é o mesmo. É uma entre muitas variedades de atum. Hoje em dia algumas delas encontram-se em vias de extinção. Estão na lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) as espécies de atum rabilo, patudo, voador e albacore.
OMS: Gases dos motores a gasóleo são cancerígenos
Os gases de escape dos motores Diesel foram classificados como cancerígenos pelo Centro Internacional de Investigação sobre o Cancro (CIIC), a agência para esta doença da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Cebola: a Senhora dos Anéis
Quando o corte é delicado e rigoroso surgem múltiplos anéis concêntricos e translúcidos que libertam compostos de enxofre capazes de pôr qualquer um de nós a chorar e com os olhos a arder. A cebola é a senhora dos anéis e os poderes que eles encerram não são míticos, sendo bem diferentes dos anéis da história contada por Tolkien.
Rabanetes: pequenas subtilezas que mudam tudo
Por vezes as pequenas subtilezas mudam tudo. Os rabanetes defendem na perfeição esta ideia quando se trata de selecionar vegetais para compor saladas ricas e nutritivas. A primeira proposta passa pelos Cherry Belle, pequenos rabanetes vermelhos disponíveis, tanto nos mercados locais, como nas grandes superfícies.
Histórias da minha viagem no comboio da saúde
“Histórias da minha viagem no comboio da saúde” é um livro que contém oito histórias infantis escritas por enfermeiros para crianças em idade pré-escolar e escolar.
Vamos às favas!
Vamos às favas? As favas querem-se jovens, tenras, para que sejam suculentas e saborosas. A partir de agora, temos pela frente, pelo menos, dois meses em que as vamos encontrar com o máximo da frescura, pois é o tempo delas.