Adoptar um estilo de vida saúdavel

Quero maçã, agora, pai!

Se os pais compreendem a importância do consumo diário de fruta e vegetais na promoção da saúde, expõem mais facilmente os seus filhos a experiências alimentares positivas. Haverá, por parte das crianças, maior aceitação e uma ingestão adequada destes alimentos. Veja como a Ana Paula, uma criança de 3 anos, dá conselhos muito simples sobre a importância de comer fruta.

Indice de Radiação Ultravioleta, um aliado todo o ano

O Índice de Radiação Ultravioleta (IUV) é um valor calculado regularmente e representa o risco máximo de exposição aos raios UV, isto é, quanto maior for o valor do IUV, maior será a intensidade dos raios UV que chegam a um determinado local da superfície terrestre.

Inteligência Emocional

Durante vários séculos, a tradição filosófica clássica apoiou a ideia de que os estados afectivos tinham um carácter devastador sobre a razão, mas a ciência tem comprovado precisamente o contrário.

Quando olhar, veja, viva!

O Stop Cancer Portugal volta a partilhar um vídeo para mais uma reflexão. É a história do dia em que Amy Rosenthal pendurou dólares numa árvore em Chicago.

Pensamentos Errados

Muitos doentes sofrem por causa de “distorções cognitivas”. Os pensamentos estão vinculados às emoções e comportamentos e podem ser classificados como reflexivos e automáticos.

Transforme-se

Origami é a arte tradicional japonesa de dobrar o papel, criando representações de determinados seres ou objectos com as dobras geométricas de uma folha de papel, sem cortá-la ou colá-la.

Viver isolado não compensa

A quantidade e a qualidade das relações sociais estão a diminuir. Uma maior mobilidade social e um aumento de carga horária de trabalho, revelam a tendência para uma reduzida interacção entre avós, pais e filhos.

Encontrar um sentido

O psiquiatra e o sobrevivente ao holocausto, Viktor Frankl, transmite uma ideia principal: encontrar um significado de vida é uma das maiores motivações para os seres humanos.

Como viver para ter mais de 100 anos

“Será que existe alguma fórmula para a longevidade? Será que deveríamos correr maratonas ou praticar yoga? Será que deveríamos comer carne orgânica ou deveríamos comer tofu?”

As crianças veem, as crianças fazem

crianças

Em 2006, a NAPCAN lançou uma campanha nos meios de comunicação social através do vídeo “Children see, children do”, as crianças veem, as crianças fazem. O propósito dessa campanha foi demonstrar a influência que um adulto pode ter numa criança.

Efeito Borboleta

Já ouviu falar do Efeito Borboleta? Edward Lorenz, matemático e meteorologista norte-americano, identificou na década de 60 um fenómeno que ficou conhecido por Efeito Borboleta, simbolizado por: o bater de asas de uma simples borboleta poderia influenciar o curso natural das coisas e, assim, talvez provocar um tufão do outro lado do mundo. Esta teoria assenta no pressuposto de que, “pequenos acontecimentos num ponto do planeta podem originar grandes mudanças no ponto oposto.” Mas o efeito borboleta pode ser encontrado em qualquer sistema natural que seja dinâmico, complexo e adaptativo. O corpo humano é um sistema complexo, dinâmico e adaptável, regendo-se por esta lei básica e comportando-se da mesma forma como a teoria refere. Isto é, o corpo humano evolui, na dependência das condições a que está sujeito e responde de acordo com o impacto que sofre, adaptando-se de acordo com as suas capacidades. A ideia que este fenómeno da natureza pretende transmitir é que todas as pequenas acções no dia a dia, por mais insignificantes que possam parecer, têm consequências. Assim, aquelas pequenas “asneiras” a que sujeitamos o nosso corpo todos os dias e que, embora parecendo ser de uma insignificância tal que não lhes damos valor, vão no futuro provocar consequências irreparadoras na nossa saúde. O acto de comer, em circunstâncias normais, é repetido ao longo do dia 4, 5 e até mais vezes. A forma como comemos, a escolha dos alimentos e a quantidade dos alimentos que ingerimos têm, obviamente, consequências positivas ou negativas no nosso corpo, o que quer dizer na nossa saúde. Por isso, uma escolha alimentar monótona, desequilibrada, pobre em alimentos de origem vegetal e repetida diariamente, aumenta o risco de desenvolver uma doença como é exemplo o cancro. Pelo contrário, com hábitos alimentares baseados em escolhas saudáveis, com consumo prioritário de vegetais e fruta, podemos contribuir, da melhor forma, para construir uma protecção eficaz contra alguns tipos de cancro. É o efeito borboleta. Bibliografia consultada: Caos: A Construção de Uma Nova Ciência, James Gleick. Gradiva,1989.