Viver com Cancro: sessões informativas no IPO de Lisboa

“Viver com Cancro: Perguntas & Respostas” é uma iniciativa organizada pelo Núcleo de Oncologia Psicossocial (NOPS) e pela Administração do Instituto Português de Oncologia de Lisboa, na qual se pretende esclarecer sobre o Cancro e as suas repercussões na pessoa doente, na família e na comunidade. Na última 4ª feira de cada mês, das 18h às 19h, decorrem sessões informativas de entrada livre, abertas a todos os interessados em aspetos médicos e psicossociais da doença oncológica. A primeira sessão decorreu no passada 4ª feira, dia 25 de fevereiro, sob o tema “O que é o Cancro”. Será divulgado com a máxima antecedência possível o tema seguinte na página do facebook do Stop Cancer Portugal. [fonte]Fonte de Informação: http://www.ipolisboa.min-saude.pt/Default.aspx?Tag=CONTENT&ContentId=11401 [/fonte]
“If only for a second”, nem que seja por um segundo

Vinte doentes com cancro foram convidados a participar numa experiência única: uma mudança radical na imagem. Está curioso? Nós também estamos.
Rede Social para doentes com cancro
Mailet Lopez encontrava-se de férias com a irmã, quando recebeu um telefonema do médico a informar que tinha cancro da mama. Assim, aos 37 anos, começou uma nova etapa!
Os cinco estilos de adaptação ao cancro

Depois de ter identificado os cincos estilos de adaptação à doença, pode-se concluir que a forma como cada pessoa percepciona a doença e as suas implicações é o ponto fulcral para adaptação ao cancro.
Adaptação à doença: Desânimo-Fraqueza
Neste estilo de adaptação à doença, o doente é consumido pela percepção da ameaça do cancro. O foco de atenção do indivíduo é a perda iminente da sua vida e encara a doença como uma derrota.
Adaptação à doença: Negação
Em continuação da última rubrica sobre os estilos de adaptação à doença, hoje vou escrever sobre a “Negação”. Na negação a pessoa recusa aceitar o impacto que a doença pode ter na sua vida.
Adaptação à doença: Espírito de Luta
Nesta rubrica e nas próximas irei falar dos estilos de adaptação à doença. Um dos estilos é o espírito de luta. A pessoa vê a doença como um desafio e tem uma atitude positiva.
Exercício físico? Mas estou em tratamento…
Durante a fase do tratamento, vários doentes oncológicos alteram o seu padrão de actividade física, quer durante o internamento, quer no domicílio. Provavelmente, esta alteração pode dever-se à crença de que o doente oncológico necessita de muito repouso, transmitida por outros doentes e alguns profissionais de saúde. Actualmente, existe consenso de que o exercício físico ajuda a controlar alguns efeitos secundários dos tratamentos, nomeadamente a fadiga oncológica. A fadiga oncológica é a sensação de cansaço, de exaustão física e mental, que não é devida à actividade física intensa. Para além disso, esta sensação não diminui com o repouso. Todos nós já tivemos a sensação de fadiga após um longo dia de trabalho ou após uma corrida. É essa sensação que o doente oncológico pode experienciar, devido à própria doença e ao seu tratamento. Se a necessidade de realizar exercício físico é consensual, já o tipo de exercício e a sua duração estão ainda em fase de estudo. No entanto mantêm-se as recomendações gerais: duas horas e meia por semana de exercícios adequados às capacidades de cada doente. Alguns doentes estarão mais aptos para exercícios mais intensos, como a natação e a corrida, outros optarão pelas caminhadas com amigos ou passear o cão. Se não fazia exercícios e pretende iniciar com alguns mais intensos, aconselhe-se primeiro com o seu médico oncologista. Por outro lado, se se inscrever num ginásio, não se esqueça de transmitir ao monitor todos os seus problemas de saúde, bem como as indicações fornecidas pelo seu médico. Para além da melhoria da sensação de fadiga e a consequente melhoria na qualidade de vida, o exercício físico combate a substituição da massa muscular por gordura. Esta substituição ocorre durante o processo normal de envelhecimento. Contudo, num estudo com um grupo de mulheres com cancro da mama que realizaram quimioterapia, este processo foi acelerado: em apenas um ano, a substituição de massa muscular por gordura foi a equivalente à que ocorre em 10 anos de envelhecimento normal; ou seja, uma mulher de 45 anos teria a massa muscular e a gordura de uma de 55. Outro benefício concedido pelo exercício é a diminuição do risco de doenças cardiovasculares, como o AVC (acidente vascular cerebral), enfarte, hipertensão arterial. Com a evolução dos tratamentos, os doentes oncológicos sobrevivem com melhor qualidade de vida e durante mais tempo. Perante todas estas evidências podemos afirmar: seja o mais activo que conseguir! Referências bibliografias: NCCN Clinical Practice Guidelines In Oncology: Cancer-related fatigue, 2010; http://www.msnbc.msn.com/id/37978604/ns/health-cancer/
Espaço Psi – Nova Rubrica
A sair à 5ª feira, quinzenalmente, “espaço psi”, vai dedicar uma rubrica sobre os aspectos psicológicos associados ao cancro. Vale a pena acompanhar!
You only have one life…so live it well
O cancro é uma doença multifactorial tornando-se delicado a investigação da sua cura. Por outro lado, a detecção precoce e o tratamento adequado imediato levam ao prolongamento do tempo de vida.