Com os avanços da medicina, o número de sobreviventes de cancro tem aumentado. A atividade física no doente oncológico tem um papel fundamental no tratamento da doença e manutenção da qualidade de vida.
Os óleos de peixe têm mostrado ter efeitos benéficos em algumas doenças crónicas degenerativas como as doenças cardiovasculares, a artrite reumatóide, a diabetes, as doenças autoimunes e o cancro.
No mês de abril, levantámos o véu acerca de um tema que tem vindo a ser abordado na comunidade científica: dados sugerem que uma percentagem considerável de doentes com cancro está a receber doses insuficientes de quimioterapia.
Como temos visto, os tratamentos oncológicos podem originar vários efeitos secundários. A diarreia é um deles, sendo considerada mais do que três dejeções diárias de fezes semilíquidas ou mesmo líquidas.
Apesar de vários estudos confirmarem a importância de uma dosagem baseada no peso doente, até 40% dos doentes oncológicos com excesso de peso e obesidade continuam a receber doses limitadas de quimioterapia.
Além da falta de apetite, das náuseas e dos vómitos, a obstipação ou prisão de ventre é outra dos possíveis efeitos da quimioterapia, devido à toxicidade gastrintestinal de alguns medicamentos, e ocorre em cerca de 41% dos doentes.
A quimioterapia é uma das formas de tratamento oncológico. Envolve a administração de fármacos, para a eliminação de células malignas, abrandar o seu crescimento e evitar a sua capacidade de invasão local.
O cancro tem um grande impacto na vida do doente. Tanto a doença como os tratamentos podem conduzir a alterações no organismo que afetam o estado nutricional do doente, com implicações na qualidade de vida.