Adaptação à doença: Fatalismo

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3. Fatalismo

Em continuação da última rubrica sobre os estilos de adaptação à doença, hoje vou escrever sobre o “fatalismo“.

O diagnóstico representa um mal menor, não há controlo que possa ser exercido sobre a situação e as consequências da falta dele são aceites. O doente tem uma atitude de aceitação passiva e as estratégias activas para combater o cancro estão ausentes.

A pessoa poderá fazer afirmações tais como:

“Está tudo nas mãos dos médicos /Deus / destino”.

“Tive uma vida boa, a que me resta é bónus”.

Fonte: Greer, S. (2008). CBT for emotional distress of people with cancer: some personal observations. Psycho-Oncology, 17 (2), 170-173.

André Louro

Doutorado pela Universidade Autónoma de Barcelona. Especialista em Psicologia Clínica e da Saúde e com especialidade avançada em Psicologia Comunitária pela Ordem dos Psicólogos Portugueses. Vários artigos publicados na área de Psico-oncologia. Tem interesse pelo estudo do comportamento huma (...)