Adoptar um estilo de vida saúdavel

Stop Cancer Portugal: 5 artigos 5 estrelas

Para dar a conhecer o trabalho que se faz e escreve por aqui, selecionámos 5 artigos sobre promoção da saúde e sobre prevenção e tratamento do cancro, publicados por diferentes colaboradores do Stop Cancer Portugal.

A dose de quimioterapia e a obesidade

No mês de abril, levantámos o véu acerca de um tema que tem vindo a ser abordado na comunidade científica: dados sugerem que uma percentagem considerável de doentes com cancro está a receber doses insuficientes de quimioterapia.

Mucosite oral

A mucosite é um problema de saúde caracterizado pela inflamação, edema e ulceração da mucosa – a camada de tecido mais externo que reveste o sistema digestivo, desde a cavidade oral ao ânus.

Tratamento do cancro: Quimioterapia

A estratégia de tratamento de um cancro pode passar por uma destas vias ou pela conjugação de várias. Neste texto irei abordar a quimioterapia, as restantes vias serão abordadas em futuros posts.

Viver no “aqui” e no “agora”

Uma das técnicas que se começa aplicar a doentes com cancro, com o objectivo de reduzir o sofrimento psicológico, é o desenvolvimento da plena consciência, “mindfulness”.

Gelado de morango contra o cancro

Cientistas da Universidade de Auckland desenvolveram um gelado de morango com propriedades terapêuticas a recuperar dos efeitos da quimioterapia.

Exercício físico? Mas estou em tratamento…

Durante a fase do tratamento, vários doentes oncológicos alteram o seu padrão de actividade física, quer durante o internamento, quer no domicílio. Provavelmente, esta alteração pode dever-se à crença de que o doente oncológico necessita de muito repouso, transmitida por outros doentes e alguns profissionais de saúde. Actualmente, existe consenso de que o exercício físico ajuda a controlar alguns efeitos secundários dos tratamentos, nomeadamente a fadiga oncológica. A fadiga oncológica é a sensação de cansaço, de exaustão física e mental, que não é devida à actividade física intensa. Para além disso, esta sensação não diminui com o repouso. Todos nós já tivemos a sensação de fadiga após um longo dia de trabalho ou após uma corrida. É essa  sensação que o doente oncológico pode experienciar, devido à própria doença e ao seu tratamento. Se a necessidade de realizar exercício físico é consensual, já o tipo de exercício e a sua duração estão ainda em fase de estudo. No entanto mantêm-se as recomendações gerais: duas horas e meia por semana de exercícios adequados às capacidades de cada doente. Alguns doentes estarão mais aptos para exercícios mais intensos, como a natação e a corrida, outros optarão pelas caminhadas com amigos ou passear o cão. Se não fazia exercícios e pretende iniciar com alguns mais intensos, aconselhe-se primeiro com o seu médico oncologista. Por outro lado, se se inscrever num ginásio, não se esqueça de transmitir ao monitor todos os seus problemas de saúde, bem como as indicações fornecidas pelo seu médico. Para além da melhoria da sensação de fadiga e a consequente melhoria na qualidade de vida, o exercício físico combate a substituição da massa muscular por gordura. Esta substituição ocorre durante o processo normal de envelhecimento. Contudo, num estudo com um grupo de mulheres com cancro da mama que realizaram quimioterapia, este processo foi acelerado: em apenas um ano, a substituição de massa muscular por gordura foi a equivalente à que ocorre em 10 anos de envelhecimento normal; ou seja, uma mulher de 45 anos teria a massa muscular e a gordura de uma de 55. Outro benefício concedido pelo exercício é a diminuição do risco de doenças cardiovasculares, como o AVC (acidente vascular cerebral), enfarte, hipertensão arterial. Com a evolução dos tratamentos, os doentes oncológicos sobrevivem com melhor qualidade de vida e durante mais tempo. Perante todas estas evidências podemos afirmar: seja o mais activo que conseguir! Referências bibliografias: NCCN Clinical Practice Guidelines In Oncology: Cancer-related fatigue, 2010; http://www.msnbc.msn.com/id/37978604/ns/health-cancer/

Representações da doença oncológica

Com o atual progresso científico, desenvolvimento de novas técnicas de diagnóstico e com a descoberta de novos tratamentos, a sobrevida dos doentes com cancro tende a aumentar.