Adoptar um estilo de vida saúdavel

Todos unidos pela saúde!

A chegada de um novo ano é, invariavelmente, uma oportunidade para nos renovarmos e projectarmos no futuro os nossos maiores anseios. Neste novo ano de 2016 desejemos que a promoção da saúde seja uma missão de todos nós em conjunto e que não seja vista como uma questão individual e da responsabilidade só daqueles que já foram directamente afectados pela doença.

Cancro do Colon: detetar o mais cedo possível

O carcinoma colorretal, mais conhecido como cancro do colon, é a segunda causa de morte, por cancro, em Portugal, entre homens e mulheres, e prevê-se que venha a causar cerca de 3941 mortes durante 2015.

Dia Mundial do Cancro 2015: Kiss Cancer Goodbye!

Celebra-se esta semana o Dia Mundial do Cancro, na quarta-feira, dia 4. Junte-se ao movimento “Kiss Cancer Gooddbye!”e até dia 14 de fevereiro coloque uma fotografia nas redes sociais a beijar alguém.

Stop Cancer Portugal celebra 4 anos

O Stop Cancer Portugal é um projeto de voluntariado, pro bono, realizado por uma dúzia de portugueses que acreditam ser possível prevenir o cancro adotando hábitos de vida saudável.

Seja curioso, sinais de alerta do cancro

O cancro continua a ser a segunda causa de morte em Portugal e nos países desenvolvidos, atingindo muitas famílias. As melhores estratégias disponíveis de luta contra o cancro são a prevenção, o rastreio e a deteção precoce.

Stop Cancer Portugal celebra 3 anos

Três palavras resumem e definem o trabalho desenvolvido ao longo destes três anos na prevenção do cancro: determinação, compromisso e rigor.

Stop Cancer Portugal celebra 1 Ano

O Stop Cancer Portugal comemora hoje o seu primeiro aniversário, mas não somos só nós que estamos de parabéns. Você também está por nos acompanhar!

Exercício físico? Mas estou em tratamento…

Durante a fase do tratamento, vários doentes oncológicos alteram o seu padrão de actividade física, quer durante o internamento, quer no domicílio. Provavelmente, esta alteração pode dever-se à crença de que o doente oncológico necessita de muito repouso, transmitida por outros doentes e alguns profissionais de saúde. Actualmente, existe consenso de que o exercício físico ajuda a controlar alguns efeitos secundários dos tratamentos, nomeadamente a fadiga oncológica. A fadiga oncológica é a sensação de cansaço, de exaustão física e mental, que não é devida à actividade física intensa. Para além disso, esta sensação não diminui com o repouso. Todos nós já tivemos a sensação de fadiga após um longo dia de trabalho ou após uma corrida. É essa  sensação que o doente oncológico pode experienciar, devido à própria doença e ao seu tratamento. Se a necessidade de realizar exercício físico é consensual, já o tipo de exercício e a sua duração estão ainda em fase de estudo. No entanto mantêm-se as recomendações gerais: duas horas e meia por semana de exercícios adequados às capacidades de cada doente. Alguns doentes estarão mais aptos para exercícios mais intensos, como a natação e a corrida, outros optarão pelas caminhadas com amigos ou passear o cão. Se não fazia exercícios e pretende iniciar com alguns mais intensos, aconselhe-se primeiro com o seu médico oncologista. Por outro lado, se se inscrever num ginásio, não se esqueça de transmitir ao monitor todos os seus problemas de saúde, bem como as indicações fornecidas pelo seu médico. Para além da melhoria da sensação de fadiga e a consequente melhoria na qualidade de vida, o exercício físico combate a substituição da massa muscular por gordura. Esta substituição ocorre durante o processo normal de envelhecimento. Contudo, num estudo com um grupo de mulheres com cancro da mama que realizaram quimioterapia, este processo foi acelerado: em apenas um ano, a substituição de massa muscular por gordura foi a equivalente à que ocorre em 10 anos de envelhecimento normal; ou seja, uma mulher de 45 anos teria a massa muscular e a gordura de uma de 55. Outro benefício concedido pelo exercício é a diminuição do risco de doenças cardiovasculares, como o AVC (acidente vascular cerebral), enfarte, hipertensão arterial. Com a evolução dos tratamentos, os doentes oncológicos sobrevivem com melhor qualidade de vida e durante mais tempo. Perante todas estas evidências podemos afirmar: seja o mais activo que conseguir! Referências bibliografias: NCCN Clinical Practice Guidelines In Oncology: Cancer-related fatigue, 2010; http://www.msnbc.msn.com/id/37978604/ns/health-cancer/

Agência Internacional lança novos dados globais do cancro

A Agência Internacional de Investigação do Cancro (IARC) anunciou no passado dia 1 de Junho o novo relatório, GLOBOCAN 2008. É a maior base de dados sobre cancro existente no mundo e permite prever a incidência e a taxa de mortalidade de cancro nos próximos 20 anos, ou seja, até 2030. Em 2008 registaram-se 12,7 milhões de novos casos de cancro e 7,6 milhões de mortes resultantes da doença. Os cancros do pulmão, da mama e colo-rectal são os mais regularmente diagnosticados. As causas mais comuns de morte por cancro são: pulmão, estômago e fígado . Christopher Wild, Director da agência, afirmou: “Estes dados representam a avaliação mais rigorosa do impacto global do cancro actualmente disponíveis e podem ser úteis no estabelecer de prioridades para o controlo do cancro nas diferentes regiões do planeta”. Segundo as estimativas do IARC até 2030 vão registar-se cerca de 21,4 milhões de novos casos de cancro por ano e registar-se-ão 13,2 milhões de mortes. Portanto, relativamente à incidência e à mortalidade o número de casos vai duplicar. Pode aceder online a dados de 182 países em http://globocan.iarc.fr.

Parlamento Europeu quer reduzir a incidência do cancro em 15% até 2020

Um maior investimento por parte dos Estados-membros da União Europeia na prevenção do cancro é a nova directiva do Parlamento Europeu – um terço dos cancros é “evitável”. Foi aprovado, no passado mês de Abril, a criação da Parceria Europeia de Acção contra o Cancro para o período de 2009-2013. O seu objectivo é reduzir a incidência do cancro em 15% até 2020. O relatório orienta para que “sejam investidos recursos, de forma sistemática e estratégica, na prevenção; caso contrário este objectivo pode continuar a ser um sonho”. Coloca em pé de igualdade diferentes factores de risco da doença oncológica: os genéticos, o estilo de vida e os factores relacionados com o ambiente e com a vida profissional. Por outras palavras, um programa nacional de prevenção e controlo do cancro deve assegurar a promoção de estilos de vida saudáveis bem como reduzir a exposição a poluentes cancerígenos no ambiente e no local de trabalho. Este documento frisa: “Uma das acções mais importantes da Parceria deve consistir em instar todos os governos da União Europeia a criar, a aplicar e, caso já existam, a melhorar os planos nacionais de combate ao cancro. Esses planos devem promover a luta contra a doença em todas as frentes, desde a prevenção, o rastreio e a detecção precoce ao diagnóstico e tratamento de elevada qualidade e aos cuidados psicossociais e paliativos, passando pela investigação sobre cancro”. O cancro causa em Portugal: duas em cada dez mortes, nas mulheres, e três em cada dez mortes, nos homens. Por isso, o Stop Cancer Portugal está empenhado e disponível para colaborar em planos que saiam do papel e se tornem em acções com resultados mensuráveis.