Adoptar um estilo de vida saúdavel

O que é que a banana tem?

Quando me preparava para escrever sobre a mais conhecida das frutas tropicais, lembrei-me de uma canção composta por Dorival Caymmi para o filme “Banana Terra” e imortalizada pela luso-brasileira Cármen Miranda, em 1939, “O que é que a baiana tem?”. Genial pelo ritmo, esta música fica no ouvido de qualquer um.

Fisális: a baga dourada

A fisális é um fruto que cresce protegido por um invólucro semelhante a um pequeno capuz. Os ingleses chamam-na de golden berry ou baga dourada. Em Portugal, já é comum, hoje em dia, encontrar uma ou duas fisális nos bolos de pastelaria, dando-lhes um toque decorativo.

Figo: maduro em agosto, seco a seu gosto!

O figo fresco é naturalmente doce por possuir dois açúcares simples – glucose e frutose, rodeados por outras substâncias nutricionalmente famosas e valiosas. Encontra-se nos figos frescos uma colecção de fitoquímicos muito diversificada, de acordo com a espécie e consequente coloração que os figos adoptam e que estão distribuídos pela pele e polpa.

Melancia: talhada para hidratar!

Já comeu melancia este ano? A melancia está, neste momento, no seu ponto óptimo. Agradavelmente hidratante, é constituída sobretudo por água, 92 por cento, e açúcares naturais, o que faz desta fruta uma fonte ideal de energias instantâneas, ajudando assim a evitar a fadiga após um dia de trabalho com muito calor.

Mirtilos: quanto mais pequenos, melhores!

Ao longo dos 365 dias do ano, quantas vezes inclui os mirtilos na lista da fruta para comprar? Será que alguma vez escolhe estas bagas para serem a sobremesa do almoço de domingo ou de outro dia qualquer da semana? Sim, como faz com os morangos ou com outros frutos.

Nêsperas no sul, magnórios no norte

Os portugueses decidiram dar nomes diferentes ao fruto Eriobotrya japonica: nêsperas no sul, magnórios no norte. O importante é que, quer esteja no Minho ou no Algarve, aproveite e usufrua dos benefícios deste fruto, durante a primavera e até ao início do verão.

Framboesas: apanhe-as se puder!

Vê-se mais rapidamente uma criança ou um adolescente a comer um pacote de gomas, a imitar framboesas, do que a comer verdadeiras framboesas. Pela sua beleza exterior, as framboesas são, à partida, uma tentação; mas, quando estão maduras são de uma doçura intensa e perfumada. De resto, como o são muitos outros frutos, quando são consumidos na sua época natural de colheita.

Fisális: a baga dourada

A fisális é um fruto que cresce protegido por um invólucro semelhante a um pequeno capuz. Os ingleses chamam-na de golden berry ou baga dourada. Em Portugal, já é comum, hoje em dia, encontrar uma ou duas fisális nos bolos de pastelaria, dando-lhes um toque decorativo.

Se podia viver sem fibra?!

Se podia viver sem fibra? Poder podia, mas não era a mesma coisa. Talvez esta frase, adaptada de uma frase publicitária e retida na memória de muitos, possa ajudar na compreensão da verdadeira importância das fibras na alimentação diária e na promoção da saúde. Todos reconhecemos que há muitos instrumentos ou utensílios que nos facilitam determinadas tarefas diárias e proporcionam conforto. E aí, confrontamo-nos  automaticamente com este pensamento: “já não posso viver sem isto!”, como insinua o famoso anúncio publicitário. Sabia que o intestino grosso, um dos órgãos mais importantes do sistema digestivo, não pode viver sem fibras? Quer dizer, poder pode, mas não é a mesma coisa. A importância da fibra para o intestino grosso O intestino no corpo humano desempenha não uma mas múltiplas funções vitais. Sem as fibras alimentares, o funcionamento dos intestinos fica dificultado, digamos que é ineficiente e, com o arrastar dos anos, pode trazer uma catadupa de sintomas que alertam para as doenças. Conhece termos como: obstipação, hemorróidas, diverticulite? Pois é, são alguns exemplos de consequências da ingestão insuficiente de fibras na alimentação diária. Além disso, uma alimentação deficiente em fibras está actualmente associada ao aumento do risco do aparecimento de cancro do cólon, cancro da mama, obesidade e diabetes. Sem fibras, o intestino não obtém o “conforto” e o equilíbrio que precisa para desenvolver com facilidade todas as suas tarefas. É mau para ele, é pior para nós ou, se quiser, para a sua saúde. Sem um consumo de fibra na ordem dos 35 gramas, a dose diária recomendada, o seu intestino não é, de facto, a mesma coisa! Existem dois tipos de fibra: as solúveis e as insolúveis e são ambas necessárias. Pode encontrá-las na maioria dos frutos e legumes que contêm simultaneamente esses dois tipos, mas são também boas fontes os cereais integrais, as sementes e as leguminosas. Já agora, não desperdice as fibras das cascas comestíveis dos frutos. Sempre que puder inclua-as na sua alimentação. [fonte] Referências:Marlett, J. A., McBurney, M. I., & Slavin, J. L. (2002). Position of the American Dietetic Association: health implications of dietary fiber. Journal of the American Dietetic Association, 102(7), 993-1000. [/fonte]