Open Call: procuramos colaboradores, cientistas e criativos

Open call |Convite público para apresentação de candidaturas ao Stop Cancer Portugal. Se gosta de ciência e é criativo, este convite é para si.
A saúde como valor

A saúde é um bem precioso demais para a negligenciarmos. Para a maioria das pessoas, a saúde está à frente da felicidade na escala das suas preocupações centrais. Isso é bom. São estados que se relacionam entre si. Por isso é que as pessoas felizes têm geralmente melhores defesas imunitárias e vivem mais tempo. E a saúde é, por si só, condição necessária para aquela sensação de bem-estar e prazer de viver que está ligada ao sentimento de felicidade. É sabido que cada pessoa reage de forma distinta àquilo de que se alimenta e às condições ambientais em que vive – fatores que, não sendo únicos, influenciam bastante o estado de saúde. As causas das doenças nem sempre são claras. Há detalhes de natureza genética e de personalidade que tornam algumas pessoas mais resistentes (pelo menos durante mais tempo) aos ataques de vírus, bactérias, alergénicos, fungos, radicais livres, pressão alta e muitos outros intrusos ou anomalias pouco recomendáveis. Não é invulgar encontrar-se pessoas que, tendo levado vidas problemáticas, com múltiplas contrariedades e alimentação desequilibrada, acabam por morrer de longevidade e não por causa de uma qualquer doença. Outras situações também podem surpreender-nos mas por razões contrárias. É o caso de muitas pessoas jovens que, contra todas as expectativas e desafiando o seu aparente bom estado de saúde, morrem subitamente de paragem cardíaca. Estes exemplos servem também para demonstrar que a capacidade do corpo humano para lidar com a doença é bastante flexível e individualizada. De uma coisa, porém, não devemos ficar dependentes: do fator sorte. É que nenhum de nós, por muitos exames médicos que faça, consegue conhecer suficientemente bem o corpo para saber o que nos pode acontecer nos próximos minutos ou num qualquer ponto do futuro. Confiar no facto de haver pessoas “que comem de tudo”, “resistem a tudo” e só morrem de velhice é extremamente arriscado. Primeiro, porque a percentagem desses valentões é extremamente baixa; segundo, porque os fatores de risco são tantos que as melhores defesas são, neste caso, a prevenção. A prevenção dá-nos maiores garantias de atingirmos e mantermos uma saúde ótima. E uma consciência tranquila oferece-nos confiança e serenidade.
O melhor plano de saúde!

Qual é o melhor plano de saúde? Aquele que garante os melhores resultados? O termo técnico é prevenção! A verdadeira prevenção, a primária, começa no indivíduo e inclui: hábitos alimentares saudáveis, moderação no consumo do álcool, prática de uma atividade física regular, abstenção do tabaco, exames médicos regulares e exposição mínima a poluentes do ar, da água e dos alimentos.
Saudável para chuchu!
Quantas vezes já ouviu a expressão «é bom para chuchu»? Provavelmente muitas vezes. Os brasileiros usam-na muito para qualificar algo de bom ou como substituição do advérbio de quantidade, muito. E, agora vejamos, quantas vezes já comeu chuchu?
Prevenir? Yes, we can
A UE alberga apenas 12,5% da população mundial, no entanto, de todos os cancros diagnosticados mundialmente, 25% correspondem a pacientes de países da UE. As previsões para as próximas décadas são de um aumento de casos de cancro e uma sobrecarga dos serviços de saúde. Está na altura de prevenir e adoptar certas medidas.