15 minutos de exercício por dia é melhor que nada

15 minutos de exercício por dia é melhor que nada. Mas que exercícios podem ser suficientes e bons em apenas 15 minutos? Comece já.
Como reduzir os comportamentos sedentários no local de trabalho

Numa altura em que passamos mais tempo sentados, conheça algumas estratégias para reduzir os comportamentos sedentários no local de trabalho.
Dia Mundial da Atividade Física – Vida ativa! Vida mais longa!

No próximo dia 6, o Dia Mundial da Atividade Física, o mote é Vida ativa! Vida mais longa! Lembre-se qualquer atividade física é melhor que nada.
Atividade física em dias de frio

O impacto da atividade física na prevenção do cancro está largamente documentado. Por isso, inspire-se em algumas sugestões para praticar em dias frios.
Prevenção do cancro: as causas evitáveis

Um estilo de vida saudável pode contribuir para evitar cerca de 1/3 dos casos de cancro, pelo que a adoção de medidas preventivas é fundamental para reduzir o número de novos casos. Na prevenção do cancro pode-se falar na existência de causas evitáveis da doença.
Reuniões-caminhada: caminhar e conversar, reuniões em movimento

E se a sua próxima reunião não fosse numa sala de reuniões? E se, em vez de ir a reuniões em volta de uma mesa, pudesse trocar por reuniões-caminhada? Alinhava?
Tenho uma bicicleta na garagem
Num destes finais de tarde, já com o frio a entrar pelas costas, fui fazer uma caminhada sem contar tempo, distância ou atender ao percurso. Apenas fui, por entre ruelas e caminhos. Estava dentro de um espaço delimitado, é certo, mas fui andando. Deparei-me com inúmeras pessoas, umas com identificação clara alusiva a um ou outro clube mas muitas outras iam surgindo sem qualquer identificação. E o curioso é que, à medida que a noite se instalava ouviam-se, aqui e acolá, toques de campainhas! Pois é, há quanto tempo não ouvia este som??? Campainhas das mais variadas tipologias de bicicletas! No mesmo asfalto em que os ciclistas faziam o seu treino fluíam também crianças com as suas bicicletas que iam acompanhando os seus pais/parentes que percorriam o trajecto correndo. Há muito que não via assim uma afluência de ciclistas! Hoje em dia muitas autarquias fizeram obras nos municípios criando as ciclovias. Porque não dar uma volta e testar a sua bicicleta? Talvez não seja possível fazer o caminho para o emprego nela … e ao fim-de-semana? Que tal ir passear de bicicleta e sentir o frio do Outono a passar na cara? Pequenos prazeres que nos fazem revigorar, acredite.
Não deixe a sua saúde pendurada!
A proposta que vos trago é de reflexão com base no resumo de quatro estudos referenciados no jornal electrónico New Scientist, na secção de saúde, e que considerei interessantes na medida em que nos falam de coisas simples, evidentes ao olhar e que se encontram provadas por estudos científicos. Quantos de nós não ouvimos já falar que a falta de atividade física não faz bem nenhum? Que a vida sedentária que hoje todos levamos, miúdos e graúdos, tem impactos nefastos na nossa saúde? Cada vez mais somos instigados a sair da cadeira ou do sofá e a ir dar uma caminhada de 30’. E nas escolas? O trabalho tem de ser feito pela mudança de atitude, pela perseverança e através do “eu sou capaz” e, aos poucos, tudo se torna acessível, possível e… porque não? A inatividade física mata tantas pessoas como o tabaco Se é daquelas pessoas que necessita de um tratamento de choque para alterar os seus hábitos tome nota: a falta de atividade física mata aproximadamente tantas pessoas quanto fumar. Essa é a mensagem chocante de uma série de artigos publicados esta semana sobre o impacto da saúde versus inatividade. Os documentos publicados na conceituada revista The Lancet sugerem que mais de 5,3 milhões de mortes poderiam ser evitadas a cada ano se todas aquelas pessoas inativas tivessem praticado exercício, e o mesmo quando se olha para as 5 milhões de mortes anuais por tabagismo. A prática de 150 minutos, ou mais, de exercícios moderados como é o exemplo da caminhada de que já falámos noutras partilhas poderiam evitar essas mortes. I-Min Lee, chefe de equipa da Harvard Medical School, refere num dos trabalhos publicados que pretende calcular o número de mortes que seriam evitadas se todas as pessoas no mundo fossem ativas. Assim, com base em dados de 2008, analisou as mortes causadas por doenças graves associadas à falta de exercício: doença cardíaca coronária, diabetes tipo 2, cancro do intestino, cancro de mama, e cruzou os dados dos óbitos com informação sobre os níveis de exercício em cada país. As conclusões revelaram que, se todos atingissem os seus objectivos semanais de exercício: cerca de 6 por cento dos que morreram de ataques cardíacos globalmente teriam sobrevivido; 7 por cento dos que morreram de diabetes tipo 2; 10 por cento daqueles que morreram de cancro de mama ou cólon. Saúde e a pandemia da inatividade O principal autor de outro artigo publicado também no The Lancet, Harold Kohl, considera que as transformações ocorridas nas populações que conduziram à mecanização, industrialização e à dependência de carros, relegaram a atividade física para fora das vidas das pessoas e que, agora, os resultados estão a matar-nos. Harold Kohl, da Universidade do Texas Health Sciences Center, em Houston, diz que os números significam que a inatividade criou um quotidiano moderno que se expandiu numa “pandemia“, provocada pela mecanização do trabalho diário e a vida doméstica, a facilidade de transporte e a prevalência de lazer sedentário como os jogos de computador e a permanência frente à televisão. Este autor defende uma ação global para reverter a situação. Noutro artigo, Pedro Hallal da Universidade Federal de Pelotas no Brasil constatou que, globalmente, 42 por cento dos adultos passam mais de quatro horas por dia sentados, e 2/3 dos adolescentes passam duas horas a ver televisão, sem pausa, por dia. Este autor considera que tal situação não deve ser atribuída à falta de motivação das pessoas, mas sim na escassez de ambientes que fomentem o movimento e o exercício, como andar a pé ou de bicicleta. Forçados a caminhar Mais de 100 cidades na América do Sul tiveram algum sucesso no combate à inatividade com a seguinte estratégia: periodicamente, fecham estradas de grande tráfego. O movimento “Ciclovia” começou há 30 anos em Bogotá, na Colômbia: aos domingos de manhã, “Em 72 dias do ano, 100 Km de ruas da cidade são fechadas ao trânsito”, adianta Gregory Heath, da Universidade do Tennessee em Chattanooga, que avaliou diferentes intervenções em todo o mundo que funcionassem melhor para ajudar as pessoas a retomarem a atividade física. Heath diz que pelo menos um milhão de pessoas aproveitam o “Ciclovia” em Bogotá, com uma actividade média de 140 a 180 minutos por semana, e permite a cerca de 14% da população do país cumprir os seus objectivos semanais de exercício. Heath estudou também a utilização de pedómetros, que medem o número de passos que uma pessoa faz diariamente, e concluiu que são ferramentas extremamente eficazes para motivar as pessoas a caminhar e a se exercitarem mais. “Eles dão um feedback, assim as pessoas podem ver o quanto fazem e estabelecer metas pessoais“, diz o autor. Os Jogos Olímpicos não ajudam Apesar de os Jogos Olímpicos estarem aí, é improvável que venham a inspirar as pessoas a se exercitarem mais. Adrian Bauman, da Universidade de Sidney, na Austrália, é autor de um estudo que explora o que motiva algumas pessoas a se exercitarem em detrimento de outras motivações. Ele considera que “Os desportos olímpicos são uma coisa de elite, associado ao orgulho nacional, mas não são encarados como atividade física para o quotidiano”. Na sua investigação demonstrou que os Jogos Olímpicos de Sydney, em 2000, não tiveram impacto sobre os níveis de atividade física na Austrália. “O desporto de alto rendimento não é o caminho para diminuir a pandemia de inatividade física”, refere o autor. Bauman considera que a resposta está na atitude a adotar nas escolas; valorizar as atividades apreciadas pelos alunos para as manter ao longo da vida, em vez de se privilegiar atletas vencedores. [fonte] Fonte de Informação: http://www.newscientist.com/article/dn22072-physical-inactivity-kills-as-many-people-as-smoking.html [/fonte]