“O essencial é invisível aos olhos”
A forma como os outros olham para nós é algo que marca. Pela positiva ou pela negativa, mas marca. Reequacionar modos de vida é algo que tem de partir de cada um para que essa tomada de decisão seja assumida em plenitude e “adotar um estilo de vida saudável” entranha-se no corpo com lugar de destaque no íntimo pessoal e intransmissível porque “o essencial é invisível aos olhos“. A motivação não está no que os outros vêem mas no que sinto; não está em comentários de terceiros mas na leveza com que os meus passos se sucedem; não reside no alheio mas em perceber que o meu organismo responde a excessos com pequenos alertas que nos fazem abraçar este modo de viver. A forma como o nosso corpo se levanta e desempenha os movimentos básicos com naturalidade, sem estar ‘preso’ sem se ‘prender’ libertando-se e responsabilizando-se como sendo único dá-nos liberdade para cativar. Há sempre uma forma de cuidar e é em pequenas decisões que podemos fazer a diferença e a amplitude do bem querer pessoal espelha o modo de olhar.
Crie uma agenda saudável
Numa altura de encerramento do Ano Velho e início de Ano Novo, a tradição das doze badaladas e dos doze desejos só vem contribuir ainda mais para a reflexão do que ficou para trás e verbalização dos objectivos que pretendemos atingir. Para tal, nada melhor que uma agenda onde se planeie o onde, quando e como vamos concretizar aquele nosso desejo secreto.
Prevenir? Yes, we can
A UE alberga apenas 12,5% da população mundial, no entanto, de todos os cancros diagnosticados mundialmente, 25% correspondem a pacientes de países da UE. As previsões para as próximas décadas são de um aumento de casos de cancro e uma sobrecarga dos serviços de saúde. Está na altura de prevenir e adoptar certas medidas.
RevoluZionar a Vida
Descendemos de marinheiros, homens corajosos que não voltaram costas a grandes desafios, não recuaram perante o Cabo das Tormentas. Descendemos de homens que conseguiram fazer uma revolução com flores em vez de armas. Então, porque não conseguimos tomar nas nossas mãos a responsabilidade do que acontece no nosso corpo?