Anita recusa-se a comer! – distúrbios alimentares na criança
Dizia-me há dias uma colega no trabalho: “preciso mesmo de falar consigo, a minha irmã está desesperada porque a filha, tem um pouco mais de 2 anos e, simplesmente recusa-se a comer”.
Segurança de medicamentos no domicílio
Quase todas as casas das famílias portuguesas possuem uma pequena farmácia, um espaço onde colocam os medicamentos que poderão vir a necessitar de tomar em SOS ou sobras de medicamentos de tratamentos efetuados anteriormente. Guardados em armários ou em gavetas, existem regras que são fundamentais para a prevenção de acidentes e preservação dos medicamentos. As crianças apresentam uma curiosidade própria da sua idade e estádio de desenvolvimento, pelo que, por vezes os medicamentos se tornam alvo dessa curiosidade não só devido às suas cores como pela sua forma muitas vezes atrativa.
Quero maçã, agora, pai!

Se os pais compreendem a importância do consumo diário de fruta e vegetais na promoção da saúde, expõem mais facilmente os seus filhos a experiências alimentares positivas. Haverá, por parte das crianças, maior aceitação e uma ingestão adequada destes alimentos. Veja como a Ana Paula, uma criança de 3 anos, dá conselhos muito simples sobre a importância de comer fruta.
Dia Mundial da Alimentação 2012: ajudar a mudar a vida de uma criança

“Cooperativas agrícolas alimentam o mundo” é o tema oficial do Dia Mundial da Alimentação 2012, para destacar o papel das cooperativas agrícolas na melhoria da segurança alimentar e na erradicação da fome.
Dia Mundial da Criança: é tempo de ter tempo!
Longe das vidas dos filhos, entre o pequeno-almoço até perto do jantar, os pais procuram encontrar formas para melhor expressar o seu amor incondicional. As crianças aprendem e crescem a cada dia, mas não conseguem fazê-lo por conta própria. Para um desenvolvimento saudável durante a infância, as crianças precisam de interagir com os seus pais como alguns estudos mostram.
Histórias da minha viagem no comboio da saúde
“Histórias da minha viagem no comboio da saúde” é um livro que contém oito histórias infantis escritas por enfermeiros para crianças em idade pré-escolar e escolar.
Pitanga – A galinha dos dentes de cristal
O livro “Pitanga – A galinha dos dentes de cristal” é uma história infantil sobre a prevenção de doenças orais, que desperta a atenção das crianças e dos pais para alguns cuidados importantes a ter com os dentes.
Stop Cancer Portugal: os 10 mais lidos em 2011
Estamos nos últimos dias de 2011 e vai começar um novo ciclo. Mas todo o trabalho que já foi feito é sempre útil e pode contribuir como suporte para o que o futuro reserva.
O que podemos (re)aprender com as crianças!

As crianças sabem partilhar e valorizar o seu semelhante. Tudo seria tão fácil se em adultos continuássemos assim. Clique e deixe-se ensinar.
Um grande 31

31 é o número médio de anúncios publicitários que passam durante os intervalos entre os programas infantis na televisão portuguesa, aos Sábados de manhã.
Actividades para o desenvolvimento da inteligência emocional
Na minha habitual visita semanal às livrarias, deixo como sugestão de leitura o livro “Actividades para o desenvolvimento da inteligência emocional”.
Criança de 3 anos vence cancro da mama
Aleisha Hunter nasceu no Canadá, tendo uma vida normal até a mãe detectar um nódulo no seu peito enquanto a secava depois do banho. Conheça toda a história.
27 HISTÓRIAS para comer a SOPA
“27 HISTÓRIAS para comer a SOPA” foi recentemente traduzido para português. Ursula Wölfel, a sua autora, nascida na Alemanha em 1922, trabalhou como professora de educação especial e, mais tarde, dedicou-se exclusivamente à escrita de livros para crianças e adolescentes. O livro foi ilustrado pelo argentino Pablo Bernasconi, que publica também os seus trabalhos em jornais como o “The New York Times“, “The Wall Street Journal” ou ainda no “The Times“. Fica aqui um pequeno excerto do mesmo: Era uma vez um menino que não queria comer a sopa. A mãe disse-lhe: “Vou dar-ta eu”. Então o menino respondeu: “Está muito quente!”. A mãe mexeu a sopa. Agora já não estava quente. Mas então o menino virou a cabeça e resmungou: “Não tenho fome! Não quero comer! Quero brincar!” Então a mãe começou a contar-lhe uma história para ele comer a sopa. Para quem todos os dias vive o dilema da sopa, recomenda-se este livro!
Crianças: comer vegetais para crescer mais!
Há, cada vez mais, crianças que se recusam a comer legumes e até mesmo em vê-los presentes no seu prato. Como se sabe, estes alimentos devem fazer parte da alimentação diária. Portanto, é necessário saber contornar algumas das barreiras construídas pelas crianças para que venham a comer diariamente legumes, como é o caso da barreira ao desconhecido, do não gostar sem nunca ter experimentado – o preconceito de que os legumes sabem mal. Nunca se esqueça: os legumes devem ser consumidos independentemente da forma como são apresentados no prato. Não desista, pela saúde das crianças. Que tal se experimentar várias formas de apresentar estes vegetais? As refeições principais, o almoço e o jantar, devem começar com um prato de sopa de legumes, não só porque as crianças precisam de modelos de aprendizagem, mas é por ser uma excelente forma, muito nutritiva, de comerem estes alimentos. Assim, deve variar as sopas, mudando a base e a hortaliça, não caindo na repetição mais do que dois dias seguidos. Se, por exemplo, o problema passa pelo facto de os legumes estarem inteiros, pode parti-los em pedaços muito pequenos. Mas, se mesmo assim houver rejeição, porque não triturá-los? É preferível comer desta forma do que não os comer. Quanto ao prato principal, pode sempre fazer como na sopa, cortar os legumes aos bocadinhos e apresentá-los de forma divertida e colorida, tirando assim partido das cores. Mas se esta técnica não resultar, pode picá-los bem e incorporá-los nas massas, no arroz ou nas jardineiras. Numa fase inicial, tente usar um legume de cada vez, assim terá a percepção de quais os vegetais que o seu filho rejeita mais, bem como aqueles que aceita com mais facilidade. As leguminosas (feijão, grão, favas, ervilhas, lentilhas) têm um importante valor nutricional, sendo ricas em proteínas de origem vegetal e minerais. Mais uma vez, se o problema é estarem inteiras, pode sempre incluí-las na base das sopas. Pode ainda fazer puré e servir como acompanhamento. Utilize a enorme variedade de vegetais que estão disponíveis, mantendo uma alimentação variada e completa, para contrariar a monotonia que muitas vezes leva à recusa de um determinado alimento. É indispensável não fomentar conflitos à hora das refeições, bem como não insistir se receber um não, porque assim pode tornar a recusa definitiva. Ficam mais alguns conselhos a acrescentar aos referidos anteriormente: – Encoraje o seu filho a experimentar novos sabores e, quando este optar por experimentar, não se esqueça de o elogiar, pois as crianças reagem positivamente aos elogios e estes funcionam como um excelente incentivo para continuar. – Estimule a criatividade do seu filho e peça-lhe para baptizar os novos pratos, transformando as refeições em momentos bem mais divertidos. – Apele aos seus sentidos e incentive a provar todos os alimentos, não esquecendo que o exemplo tem de vir de cima, pois se não der o exemplo, dificilmente as crianças adoptarão estilos de vida saudáveis. Se vive com situações do género e não sabe como resolver, não hesite, contacte-nos.