Adoptar um estilo de vida saúdavel

Explore «a força da natureza»

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Ao longo de 4 anos «a força da natureza» tem dado a conhecer novas facetas da qualidade nutricional de muitos alimentos. Até agora contam-se 72 artigos originais sobre alimentos, reunindo informação atualizada e suportada cientificamente.

A força da Natureza: tornar ao ponto de partida

Depois de uma pausa, «a força da natureza» torna ao ponto de partida. Volta a publicar, quinzenalmente, artigos dedicados a outros alimentos que até agora ainda não constituíram alvo de pesquisa científica organizada.

A Força da Natureza: Misturar diferenças

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Misturar as diferenças e saber tirar partido de todos os alimentos, beneficiando da existência de nutrientes diferentes, é encontrar o equilíbrio nutricional que promove a saúde, previne doenças e que está ao alcance de todos. Basta para isso seguir alguns princípios básicos que revelamos neste artigo.

Rubrica: A Força da Natureza

O Stop Cancer Portugal cresce a cada dia que passa, pretendendo informar e alertar para prevenir o cancro com hábitos de vida saudáveis. Assim, quinzenalmente, a sair à 6ª-feira, “a força da natureza” vai dedicar um artigo a um alimento ou conjunto de alimentos benéficos para a saúde, em que o objectivo será proporcionar informação actualizada baseada em dados científicos.

Efeito Borboleta

Já ouviu falar do Efeito Borboleta? Edward Lorenz, matemático e meteorologista norte-americano, identificou na década de 60 um fenómeno que ficou conhecido por Efeito Borboleta, simbolizado por: o bater de asas de uma simples borboleta poderia influenciar o curso natural das coisas e, assim, talvez provocar um tufão do outro lado do mundo. Esta teoria assenta no pressuposto de que, “pequenos acontecimentos num ponto do planeta podem originar grandes mudanças no ponto oposto.” Mas o efeito borboleta pode ser encontrado em qualquer sistema natural que seja dinâmico, complexo e adaptativo. O corpo humano é um sistema complexo, dinâmico e adaptável, regendo-se por esta lei básica e comportando-se da mesma forma como a teoria refere. Isto é, o corpo humano evolui, na dependência das condições a que está sujeito e responde de acordo com o impacto que sofre, adaptando-se de acordo com as suas capacidades. A ideia que este fenómeno da natureza pretende transmitir é que todas as pequenas acções no dia a dia, por mais insignificantes que possam parecer, têm consequências. Assim, aquelas pequenas “asneiras” a que sujeitamos o nosso corpo todos os dias e que, embora parecendo ser de uma insignificância tal que não lhes damos valor, vão no futuro provocar consequências irreparadoras na nossa saúde. O acto de comer, em circunstâncias normais, é repetido ao longo do dia 4, 5 e até mais vezes. A forma como comemos, a escolha dos alimentos e a quantidade dos alimentos que ingerimos têm, obviamente, consequências positivas ou negativas no nosso corpo, o que quer dizer na nossa saúde. Por isso, uma escolha alimentar monótona, desequilibrada, pobre em alimentos de origem vegetal e repetida diariamente, aumenta o risco de desenvolver uma doença como é exemplo o cancro. Pelo contrário, com hábitos alimentares baseados em escolhas saudáveis, com consumo prioritário de vegetais e fruta, podemos contribuir, da melhor forma, para construir uma protecção eficaz contra alguns tipos de cancro. É o efeito borboleta. Bibliografia consultada: Caos: A Construção de Uma Nova Ciência, James Gleick. Gradiva,1989.