Quimioterapia: quando a hipersensibilidade ao frio dificulta a alimentação

Certos fármacos usados em quimioterapia podem afetar os nervos periféricos, ou seja, as fibras nervosas motoras, sensoriais ou vasomotoras, causando fraqueza e atrofia musculares, dor e dormência.
É preciso proteger a sua mini horta do tempo frio
O frio chega sempre com o inverno e é mais rigoroso em janeiro. Por isso deve pensar em proteger a sua mini horta! Vejamos alguns aspetos importantes sobre o clima e as plantas e alguns conselhos úteis. As plantas são afetadas por estes elementos climáticos: temperatura, precipitação, radiação e vento. Os desafios trazidos pelo tempo frio A temperatura é o elemento climático que mais condiciona o desenvolvimento das plantas. Uma temperatura inferior a 0ºC é designada de temperatura de geada: há formação de gelo sempre que existe água disponível e, ocorre à superfície das plantas ou sobre a superfície do solo. A temperatura máxima para a vida vegetal é cerca de 54ºC, enquanto a temperatura mínima de crescimento é cerca de 5ºC, portanto acima dos 54ºC a maioria das plantas morre e abaixo de 5ºC a maioria deixa de crescer. No que diz respeito à precipitação, nesta altura do ano pode tornar-se desagradável às plantas, uma vez que se torna excessiva, principalmente nos solos de má drenagem. A radiação interfere no desenvolvimento das plantas através de diversas vias, promove e é essencial à fotossíntese, condiciona a temperatura ambiente, condiciona o desenvolvimento das plantas através do fototropismo, que é um mecanismo que está relacionado com o crescimento das plantas em direcção à luz e permite otimizar a captação de luz. Ou ainda com fotoperiodismo que consiste no nº de horas de luz e do escuro, variável conforme a época do ano e pode danificar as plantas. Por fim, o vento. É caracterizado pela sua direção predominante e pela velocidade. O vento é prejudicial na altura da floração e na altura da colheita. Os danos provocados pelo vento na altura da colheita estão diretamente relacionados com o porte das plantas e com o peso relativo dos frutos e o modo como se ligam à planta. Para proteger as plantas da geada, pode utilizar mulching, que consiste em utilizar musgo de trufa, folhas, serragem e palha. Normalmente, uma camada de mulch de 5 cm, do solo à planta, é suficiente para proteção. Pode utilizar também, tecido de cobertura de plantas: lençol, cobertores velhos, serapilheira ou outro tecido pode ser utilizado para proteção. O tecido de protecção deve ser colocado por cima das plantas. Para isso deve rodeá-las com estacas de madeira e prender o tecido nas estacas, de maneira a que este não toque as plantas. Para as culturas que estão em vasos, pode fazer uma pequena estufa, que vai servir de acolhimento nos dias frios de inverno. Se não tiver disponibilidade para a construção da estufa, transporte os vasos para dentro de casa, ou para um sítio onde estes fiquem protegidos. Para proteger as plantas dos ventos fortes, o conselho é a plantação de sebes à volta da sua mini horta, que vão servir de barreira contra o vento, a colocação de sacos de plástico, ou tábuas de madeiras também podem ser uma solução. Registe estes conselhos e aplique-os! Assim, vai proteger o que construiu para ver a dar os seus frutos. [fonte]Referências: Clevely Andy, Katherine Richmond. Manual completo de Plantas e Ervas Medicinais. Lisboa: Editorial Estampa; Maroto, J.V. 2008. Elementos de Horticultura General. Ediciones Mundi-Prensa, Madrid, 480 pp.IGP (Instituto Geográfico Português). 2005. Atlas de Portugal. IGP, Lisboa, 275 pp.SAPEC. s/d. Manual de Adubação. SAPEC, 194 pp.Velarde, F. Gil-Albert, 1989. Tratado de Arboricultura Frutal. Vol. II. Ediciones Mundi-Prensa,236 pp.Vidaud et al. 1993. Le raisin de table. Ctifl, Paris. Outras fontes: http://flordojardins.topartigos.com/proteger-as-plantas-durante-o-tempo-frio.html [/fonte]
Frio faz toda a diferença!
O frio instalou-se e regelou os corpos. Já há muito que Lisboa não vivia um Inverno tão rigoroso. Chuva e frio têm sido o tom de cada acordar, de cada regresso ao lar. Anseia-se pelo calor da lareira, da roupa confortável e… (ui!) pela mantinha que nos envolve. A cada novo dia equipamo-nos para enfrentar este frenesim. O metabolismo vai-se adaptando a esta nova (falta de) dinâmica e a balança teima em alertar as mentes mais friorentas e aponta a diferença no registo… É neste monólogo que há que atender. Procurar o eco das ações de hoje num Verão inquietante e amargurado. Não se deixe mirrar debaixo desta onda de frio e chuva, faça-se à rua e vá caminhar. Procure fazer 5 minutos de caminhada moderada seguidos de um minuto de corrida lenta (levante os pés, não receie) e volte a fazer mais cinco minutos de caminhada moderada. Lance-se de novo no desafio de mais um minuto de corrida lenta e termine com dezoito de caminhada moderada. Rapidamente vai sentir o corpo a aquecer e vai perceber que o frio é bom pois faz-nos superar e acreditar. Eis a nossa motivação para o frio! Premeie-se com um duche regenerador e a visão de um Verão a abraçar. Vá para a rua e premeie-se!
Chegou o frio
Chegam os dias de outono e o frio já se faz sentir na pele! A mudança traz sempre consigo momentos de balanço e de reflexão. Nestas alturas não há como partir em busca do nosso tempo, do nosso bem-estar. A sugestão de hoje conduz-nos por um destes espaços de meditação… caminhando ao longo do paredão da Costa de Caparica. Há quanto tempo não vai até à Costa onde certamente estão imagens suas de descontração e simples prazer? Toda aquela zona de paredão foi remodelada criando um passadiço lado a lado com a praia e, nesta altura do ano, com as ondas. O trajeto é, como se pode depreender, plano, liso, confortável e bem regenerador! De um extremo do paredão ao outro e regresso são aproximadamente 4,5 quilómetros em cerca de 40 a 45 minutos. Vai ver que lhe vai saber tão bem que nem vai dar conta do acréscimo de tempo/km. Desfrute e conte-me a sua experiência.