Adoptar um estilo de vida saúdavel

Nunca Há Tempo

Nunca há tempo para se ter tempo para sermos nós É tudo demasiado fugaz São apenas momentos de lágrimas Que nos caem pela pele branca E se aninham finalmente nos nossos finais de dia. O dia hoje acabou mais cedo Acaba sempre quando a Primavera se esquece de o provar. De lhe sentir o trago. E nós nunca temos tempo O relógio da sala é demasiado célere no seu aprisionar das horas E eu ouço-o tocar todas as badaladas à uma. Assim é mais rápido e mais eficaz diz-me ele, como para se desculpar, e continua o compasso de espera, de espera pela palavra que ainda não expeliste… E eu pensei que seria hoje finalmente. Enganaste-me de novo. Nunca há tempo, dizes tu E calças as luvas, aquelas luvas negras que te ofereci naquela madrugada em que me trincaste os dedos. Afastas-te de novo. Eu sei que voltas, grito-te eu Desesperada pela palavra que me negas O sentimento que me escondes, As portas em ti que me fechas. E tu murmuras… Volto sempre, amor. Volto sempre quando julgas que poderás Repousar nos ponteiros do relógio da sala. Autor Desconhecido

And the winner is…

Se tivesse que distinguir algum alimento ou alimentos para reconhecer a excelência na promoção da saúde, qual seria a minha escolha? Qual apresentaria o melhor “argumento” para defender este propósito – o de contribuir para uma alimentação saudável e promover a saúde?