Sobreviventes de cancro: alimentação na redução do risco de recidiva

Sobreviventes de cancro que mantêm um peso adequado, seguem uma alimentação saudável e praticam atividade física apresentam um melhor estado de saúde.
Sumos de fruta e vegetais: são benéficos no cancro?

Muitos são os doentes oncológicos que consomem elevadas quantidades de sumos de fruta e misturas de vegetais. Mas, estas preparações são benéficas no tratamento oncológico?
A Força da Natureza: Misturar diferenças

Misturar as diferenças e saber tirar partido de todos os alimentos, beneficiando da existência de nutrientes diferentes, é encontrar o equilíbrio nutricional que promove a saúde, previne doenças e que está ao alcance de todos. Basta para isso seguir alguns princípios básicos que revelamos neste artigo.
Coma comida de verdade!

«Coma comida de verdade» adverte Mark Bittman, um respeitável colunista do jornal norte-americano The New York Times. Segundo Bittman a fórmula é simples: menos carne, menos junk food, mais vegetais. Assista ao vídeo para compreender as razões que levam Bittman a estar preocupado com o impacto negativo que a dieta moderna está a produzir no ambiente e na saúde.
Concerto de Primavera: sinfonia de vegetais
Os músicos têm muito o hábito de dar as boas vindas à Primavera com os seus trechos musicais. Mas nós também podemos organizar uma combinação de alimentos, próprios e característicos da estação da Primavera e compor uma autêntica “sinfonia” melodiosa e que vulgarmente chamamos de alimentação saudável.
Entre frutas e vegetais, os melhores são os NACIONAIS!
A FAO, Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, comemora, a 16 de Outubro, o Dia Mundial da Alimentação e muitas iniciativas se geram em torno do tema proposto anualmente. Este ano a atenção vira-se para “O preço dos alimentos, da crise à estabilidade”. Assim, o Stop Cancer Portugal, em conjunto com a Biblioteca da Escola EB 2/3 Napoleão Sousa Marques na Trofa organizou o Colóquio “Entre frutas e vegetais, os melhores são os NACIONAIS!”, convidando os alunos do 8º e 9º ano a participarem. O objectivo foi promover o consumo adequado de frutas e vegetais, alimentos fundamentais na promoção da saúde e que não podem nem devem ser ignorados em qualquer idade, sobretudo nas crianças e jovens. Mas, por outro lado, também se quis motivar os portugueses mais novos a consumir alimentos de produção nacional para ficarem a saber mais da qualidade do que é português. Vídeo promocial da FAO sobre a temática deste ano
Alcachofra: um coração poderoso

A alcachofra é um dos vegetais com particular destaque na dieta mediterrânea. É um ingrediente fundamental na cozinha italiana, espanhola e francesa, mas está ausente na cozinha portuguesa. Neste post, explicamos porque a alcachofra é um vegetal a considerar para futuras refeições.
Stop Cancer Portugal: os 10 mais lidos em 2010
Estamos a alguns dias do final do ano 2010. Para que ainda possa ler os artigos mais procurados e lidos do Stop Cancer Portugal, divulgamos aqui a lista dos 10 mais.
Alface, a companheira versátil
Colocar uma folha de alface no pão, onde está atum, ovo, queijo e outros alimentos, rapidamente o transforma numa sandwich. Uma destas folhas, muitas das vezes, já salva o dia a muitos que fazem o esforço de praticar a tão procurada alimentação saudável! Para esses, é o símbolo de que já comeu vegetais naquele dia. Mas será realmente suficiente?
Crianças: comer vegetais para crescer mais!
Há, cada vez mais, crianças que se recusam a comer legumes e até mesmo em vê-los presentes no seu prato. Como se sabe, estes alimentos devem fazer parte da alimentação diária. Portanto, é necessário saber contornar algumas das barreiras construídas pelas crianças para que venham a comer diariamente legumes, como é o caso da barreira ao desconhecido, do não gostar sem nunca ter experimentado – o preconceito de que os legumes sabem mal. Nunca se esqueça: os legumes devem ser consumidos independentemente da forma como são apresentados no prato. Não desista, pela saúde das crianças. Que tal se experimentar várias formas de apresentar estes vegetais? As refeições principais, o almoço e o jantar, devem começar com um prato de sopa de legumes, não só porque as crianças precisam de modelos de aprendizagem, mas é por ser uma excelente forma, muito nutritiva, de comerem estes alimentos. Assim, deve variar as sopas, mudando a base e a hortaliça, não caindo na repetição mais do que dois dias seguidos. Se, por exemplo, o problema passa pelo facto de os legumes estarem inteiros, pode parti-los em pedaços muito pequenos. Mas, se mesmo assim houver rejeição, porque não triturá-los? É preferível comer desta forma do que não os comer. Quanto ao prato principal, pode sempre fazer como na sopa, cortar os legumes aos bocadinhos e apresentá-los de forma divertida e colorida, tirando assim partido das cores. Mas se esta técnica não resultar, pode picá-los bem e incorporá-los nas massas, no arroz ou nas jardineiras. Numa fase inicial, tente usar um legume de cada vez, assim terá a percepção de quais os vegetais que o seu filho rejeita mais, bem como aqueles que aceita com mais facilidade. As leguminosas (feijão, grão, favas, ervilhas, lentilhas) têm um importante valor nutricional, sendo ricas em proteínas de origem vegetal e minerais. Mais uma vez, se o problema é estarem inteiras, pode sempre incluí-las na base das sopas. Pode ainda fazer puré e servir como acompanhamento. Utilize a enorme variedade de vegetais que estão disponíveis, mantendo uma alimentação variada e completa, para contrariar a monotonia que muitas vezes leva à recusa de um determinado alimento. É indispensável não fomentar conflitos à hora das refeições, bem como não insistir se receber um não, porque assim pode tornar a recusa definitiva. Ficam mais alguns conselhos a acrescentar aos referidos anteriormente: – Encoraje o seu filho a experimentar novos sabores e, quando este optar por experimentar, não se esqueça de o elogiar, pois as crianças reagem positivamente aos elogios e estes funcionam como um excelente incentivo para continuar. – Estimule a criatividade do seu filho e peça-lhe para baptizar os novos pratos, transformando as refeições em momentos bem mais divertidos. – Apele aos seus sentidos e incentive a provar todos os alimentos, não esquecendo que o exemplo tem de vir de cima, pois se não der o exemplo, dificilmente as crianças adoptarão estilos de vida saudáveis. Se vive com situações do género e não sabe como resolver, não hesite, contacte-nos.
Vegetariano: cinco dias por semana

Graham Hill fala da importância de consumir menos carne, deixa-nos argumentos ambientalistas e sugere uma solução: um programa vegetariano.
Prevenir o cancro todos os dias (continuação)
Uma das armas para a prevenção do cancro, acessível a todos, passa por adoptar hábitos alimentares saudáveis através de uma alimentação equilibrada, variada e rica em fibras.