Exercício durante a gravidez: o efeito na actividade cerebral do recém-nascido

Muitos médicos sugerem repouso durante a gravidez, outros sugerem pequenas caminhadas, após a refeição para facilitar a digestão, o sistema circulatório e evitar a excessiva acumulação de peso.
Quem canta…e dança…seus males espanta!

“Quem canta seus males espanta!” Cresci a ouvir este ditado popular. A minha avó dizia-mo sempre que me ouvia cantarolar e eram muitas as vezes em que isso acontecia… para espanto dos meus males!
Nos dias azuis, todos lá para fora!

A TV pode ser muito boa companheira, mas também pode atrapalhar a vida de uma família inteira. Não é novidade! Os cientistas defendem que, pelo menos, 25% de alguns tipos de cancro – incluindo o cancro do cólon, da mama pós-menopausa, do pâncreas, do rim e do esófago – são despoletados pela obesidade e pela inatividade física.
Longboarding em família
Está a ver o seu filho dizer: Mãe, vou ali fazer uma caminhada com a avó e já volto. Um corpo jovem necessita de uma atividade vigorosa que se incompatibiliza com estilos de vida mais adequados em outras fases da vida. As crianças e os adolescentes devem praticar atividade física mas também é necessário uma adaptação aos tempos que vivemos. O que motiva um jovem para a prática de uma modalidade desportiva é a novidade e o desafio. Para eles, isso já é considerado uma aventura. Já aqui falámos do longboarding, uma modalidade relativamente recente em Portugal que pode ser praticada em família. Esta modalidade permite desenvolver competências físicas nos mais novos mas também em adultos, que em tempos foram provavelmente praticantes de skate. Ajude a promover o gosto pela vida ativa no seio da sua família, o que possibilita momentos de boa disposição, de brincadeira e de partilha. Quer perguntar-lhes se gostariam de testar o longboarding? No próximo dia 16, domingo, pelas 14.30 horas, em Lisboa, a LoBoska organiza mais um evento, o primeiro deste ano 2014, e promete «boa disposição e convívio entre os participantes. Um encontro sem obrigações e sem competições. Apenas Longboard muita boa disposição.» Mais informações consulte: https://www.facebook.com/events/1464925780395803/
Moves: quanto caminha por dia?

Saber quanto caminha por dia, ao longo da semana e do mês, pode ser uma das respostas que procura para entender a razão de estar com alguns quilos a mais. Se nada fizer, a tendência é continuar a acumular mais. O ganho de peso é silencioso, lento mas acontece diariamente e resulta de comportamentos inadequados para o bem-estar do corpo. O movimento e o exercício são de importância vital para manter a forma, para a saúde física e mental. Não podemos gerir ou alterar nada sem primeiro ter consciência do que fazemos durante o dia. Por isso, o Stop Cancer Portugal sugere-lhe a aplicação Moves para smartphones. Esta aplicação, muito simples de utilizar, ajuda-o a monitorizar e a registar todas as suas atividades diárias, o tempo gasto e o percurso efetuado. Para isso basta que leve o seu telemóvel consigo. Tudo fica disponível, até o tempo que leva sentado nos transportes que usa. Descarregue para iPhone ou Android e experimente! Acredite, quando tiver noção do que faz, ficará surpreendido com o pouco que anda ao longo do dia. Dê atenção ao que caminha por dia! Todos os seus passos contam para perder os quilos que tem a mais e que não estão programados para que o seu corpo os aguente.
Atividade física: quais as recomendações para doentes oncológicos?
Em doentes oncológicos, a adoção de um estilo de vida saudável deve ser uma prioridade, pois variações na composição corporal poderão influenciar o estado funcional, emocional e social do doente.
Aprender a surfar
O seu filho já lhe pediu pela quinquagésima vez para o deixar ir aprender surf? Pense se não será a altura certa para o deixar experimentar. Hoje em dia, o surf é um desporto de alta competição, que tem ganho cada vez mais espaço no panorama português, quer por ser local de uma das etapas do Circuito Mundial de Surf, em Peniche, quer por permitir eventos de ondas gigantes como recentemente vimos na Nazaré. A prática de um desporto permite colher muitos benefícios para o crescimento e desenvolvimento saudável dos adolescentes. Ao mesmo tempo prepara-os para serem responsáveis. A prática de um desporto de competição tem regras que passam por ter horas para dormir e ter que cumprir hábitos alimentares saudáveis, adequados a momentos distintos – treino e competição. Os adolescentes gostam de desafios, de estar na “onda” e têm grande atração pelo que está a dar. E o surf está a dar! Por vezes, há algum receio por parte dos pais em deixar os filhos seguirem o desporto que gostam. Esse receio é suscitado por dúvidas, pelo desconhecimento que levanta a prática de determinados desportos. O surf passou a ser conhecido há apenas algumas décadas no nosso País. Numa escola de surf o seu filho aprende a lidar com o mar e aprende muitas outras coisas, fundamentais para o seu futuro. Mas a aprendizagem do surf, a sua prática, pode também ser excelente para a manutenção da forma física à medida que os anos vão passando. Já entrou nos 40? Não pense que não vai a tempo para umas aulas de surf, sobretudo depois de um dia de trabalho. O exercício físico moderado e regular, liberta tensões, tonifica o corpo e contribui para gastar calorias. Há sempre mais vantagens em fazer exercício físico do que em não fazer rigorosamente nada. Se sempre sentiu vontade em surfar umas ondas, não deixe para o ano, procure uma escola certificada pela Federação Portuguesa de Surf e inscreva-se. Ou então junte o útil ao agradável e inscreva a família toda. [fonte]Fontes de Informação: GUIMARÃES, Rui Luís Marques Enes. Estilo de vida, saúde e Surf-Análise do contributo do Surf para o estilo de vida dos seus praticantes. 2012. [/fonte] Versão editada do texto publicado a 15.06.2010 em:http://stopcancerportugal.com/2010/06/15/aprender-a-surfar/
Atividade física em doentes oncológicos: segura e possível
Com os avanços da medicina, o número de sobreviventes de cancro tem aumentado. A atividade física no doente oncológico tem um papel fundamental no tratamento da doença e manutenção da qualidade de vida.
Não deixe a sua saúde pendurada!
A proposta que vos trago é de reflexão com base no resumo de quatro estudos referenciados no jornal electrónico New Scientist, na secção de saúde, e que considerei interessantes na medida em que nos falam de coisas simples, evidentes ao olhar e que se encontram provadas por estudos científicos. Quantos de nós não ouvimos já falar que a falta de atividade física não faz bem nenhum? Que a vida sedentária que hoje todos levamos, miúdos e graúdos, tem impactos nefastos na nossa saúde? Cada vez mais somos instigados a sair da cadeira ou do sofá e a ir dar uma caminhada de 30’. E nas escolas? O trabalho tem de ser feito pela mudança de atitude, pela perseverança e através do “eu sou capaz” e, aos poucos, tudo se torna acessível, possível e… porque não? A inatividade física mata tantas pessoas como o tabaco Se é daquelas pessoas que necessita de um tratamento de choque para alterar os seus hábitos tome nota: a falta de atividade física mata aproximadamente tantas pessoas quanto fumar. Essa é a mensagem chocante de uma série de artigos publicados esta semana sobre o impacto da saúde versus inatividade. Os documentos publicados na conceituada revista The Lancet sugerem que mais de 5,3 milhões de mortes poderiam ser evitadas a cada ano se todas aquelas pessoas inativas tivessem praticado exercício, e o mesmo quando se olha para as 5 milhões de mortes anuais por tabagismo. A prática de 150 minutos, ou mais, de exercícios moderados como é o exemplo da caminhada de que já falámos noutras partilhas poderiam evitar essas mortes. I-Min Lee, chefe de equipa da Harvard Medical School, refere num dos trabalhos publicados que pretende calcular o número de mortes que seriam evitadas se todas as pessoas no mundo fossem ativas. Assim, com base em dados de 2008, analisou as mortes causadas por doenças graves associadas à falta de exercício: doença cardíaca coronária, diabetes tipo 2, cancro do intestino, cancro de mama, e cruzou os dados dos óbitos com informação sobre os níveis de exercício em cada país. As conclusões revelaram que, se todos atingissem os seus objectivos semanais de exercício: cerca de 6 por cento dos que morreram de ataques cardíacos globalmente teriam sobrevivido; 7 por cento dos que morreram de diabetes tipo 2; 10 por cento daqueles que morreram de cancro de mama ou cólon. Saúde e a pandemia da inatividade O principal autor de outro artigo publicado também no The Lancet, Harold Kohl, considera que as transformações ocorridas nas populações que conduziram à mecanização, industrialização e à dependência de carros, relegaram a atividade física para fora das vidas das pessoas e que, agora, os resultados estão a matar-nos. Harold Kohl, da Universidade do Texas Health Sciences Center, em Houston, diz que os números significam que a inatividade criou um quotidiano moderno que se expandiu numa “pandemia“, provocada pela mecanização do trabalho diário e a vida doméstica, a facilidade de transporte e a prevalência de lazer sedentário como os jogos de computador e a permanência frente à televisão. Este autor defende uma ação global para reverter a situação. Noutro artigo, Pedro Hallal da Universidade Federal de Pelotas no Brasil constatou que, globalmente, 42 por cento dos adultos passam mais de quatro horas por dia sentados, e 2/3 dos adolescentes passam duas horas a ver televisão, sem pausa, por dia. Este autor considera que tal situação não deve ser atribuída à falta de motivação das pessoas, mas sim na escassez de ambientes que fomentem o movimento e o exercício, como andar a pé ou de bicicleta. Forçados a caminhar Mais de 100 cidades na América do Sul tiveram algum sucesso no combate à inatividade com a seguinte estratégia: periodicamente, fecham estradas de grande tráfego. O movimento “Ciclovia” começou há 30 anos em Bogotá, na Colômbia: aos domingos de manhã, “Em 72 dias do ano, 100 Km de ruas da cidade são fechadas ao trânsito”, adianta Gregory Heath, da Universidade do Tennessee em Chattanooga, que avaliou diferentes intervenções em todo o mundo que funcionassem melhor para ajudar as pessoas a retomarem a atividade física. Heath diz que pelo menos um milhão de pessoas aproveitam o “Ciclovia” em Bogotá, com uma actividade média de 140 a 180 minutos por semana, e permite a cerca de 14% da população do país cumprir os seus objectivos semanais de exercício. Heath estudou também a utilização de pedómetros, que medem o número de passos que uma pessoa faz diariamente, e concluiu que são ferramentas extremamente eficazes para motivar as pessoas a caminhar e a se exercitarem mais. “Eles dão um feedback, assim as pessoas podem ver o quanto fazem e estabelecer metas pessoais“, diz o autor. Os Jogos Olímpicos não ajudam Apesar de os Jogos Olímpicos estarem aí, é improvável que venham a inspirar as pessoas a se exercitarem mais. Adrian Bauman, da Universidade de Sidney, na Austrália, é autor de um estudo que explora o que motiva algumas pessoas a se exercitarem em detrimento de outras motivações. Ele considera que “Os desportos olímpicos são uma coisa de elite, associado ao orgulho nacional, mas não são encarados como atividade física para o quotidiano”. Na sua investigação demonstrou que os Jogos Olímpicos de Sydney, em 2000, não tiveram impacto sobre os níveis de atividade física na Austrália. “O desporto de alto rendimento não é o caminho para diminuir a pandemia de inatividade física”, refere o autor. Bauman considera que a resposta está na atitude a adotar nas escolas; valorizar as atividades apreciadas pelos alunos para as manter ao longo da vida, em vez de se privilegiar atletas vencedores. [fonte] Fonte de Informação: http://www.newscientist.com/article/dn22072-physical-inactivity-kills-as-many-people-as-smoking.html [/fonte]
Pistas para se manter ativo
Hoje dei por mim feliz. A tarde do dia anterior fora passada na praia. Com vento é certo mas tranquila, educacional e de alguma catarse! Tranquila pois o espaço era imenso e o barulho de terceiros inofensivo. Educacional porque assistimos à “chegada do peixe” e presenciámos todo o ritual inerente. De catarse porque me senti bem! E hoje descubro um artigo da Escola de Saúde Pública de Harvard. Após analisar as 20 pistas aí descritas para se manter ativo deparo-me com o facto de que as havia descoberto simplesmente porque acreditei! Algumas orientações para quem se quer manter ativo Aqui ficam algumas: Escolha atividades que gosta Reparta o exercício (caso não o consiga fazer de seguida sempre é melhor fazer por três vezes) Faça-o com um amigo (é das que mais gosto) Mantenha um ritmo ‘vivo’ (pense numa música algo mexida) Lanche em movimento (uma peça de fruta, por exemplo) Experimente um pedómetro Use as escadas Desligue TV, computador ou o telemóvel e mexa-se pela casa (ligue o rádio, aparelhagem … e circule!) Se usa os transportes públicos saia na paragem anterior e vá a pé Se anda de automóvel estacione um pouco mais longe e ande Considere adquirir um aparelho de ginásio para casa (em tempos de crise eu optaria por usar os jogos eletrónicos de família ou em fazer um pouco da tradicional “ginástica sueca”) Divirta-se e torne o exercício num ato social. Que tal os parques municipais com ginásios ao ar livre e com percursos de bicicleta/caminhada? E, após 4 alternativas que implicam o aumento do orçamento familiar vêm as duas últimas: Introduza o exercício na sua agenda diária Recompense-se participando em marchas/corridas solidárias ou adquirindo um adereço desportivo para mais prática física! Aqui fica um exemplo de uma das pistas referidas (Faça-o com um amigo), à boa maneira portuguesa.
Carnaval! Dance noite e dia

Há quanto tempo não dá um pezinho de dança e faz a vontade ao seu corpo? Pernas, braços, ombros, costas, barriga, ancas e até a cabeça, tudo mexe. Dançar contagia o corpo todo, principalmente ao som da música que gostamos. O Carnaval e o característico samba podem ajudá-lo a ganhar motivação para voltar a dançar, ou mesmo acordar um sonho antigo, o de aprender a dançar aquelas músicas mexidas e irresistíveis nas quais se incluem as danças latino-americanas. Porque não aproveitar este momento, inscrever-se numa escola de dança e adquirir uma boa forma física? Dançar é como dizer ao corpo que não o esquecemos. Dê-lhe o devido valor! E a melhor forma de o fazer é praticar aquilo para que foi criado: o movimento, fazendo actividade física, mesmo a dançar. O exercício físico melhora a fisiologia, no geral, através de inúmeros mecanismos. Alguns exemplos: reduz a quantidade de tecido adiposo, restabelece o equilíbrio hormonal, reduz o nível de açúcar na corrente sanguínea; diminui o nível das citoquinas, os mediadores responsáveis pelos processos inflamatórios de doenças, como o cancro, a diabetes e as doenças do foro cardiovascular. Também interfere na secreção de insulina e tem um efeito directo nas defesas imunitárias. Quer mais razões para dançar? Convide o seu grupo de amigos e passe uma noite alegre de Carnaval! Faça um investimento na sua saúde e … porque não ter aulas de dança durante a semana ? [fonte] Ref. Bibliográfica: Warburton DE, Nicol CW, Bredin SS. Health benefits of physical activity: the evidence. CMAJ. 2006 Mar 14;174(6):801-9. Review.[/fonte]
Objectivo 2011: mexa-se mais!
Sempre que um novo ano se avizinha pensa-se em objectivos para cumprir. E para que o ano novo lhe traga uma vida nova seria bom colocar em prática novos planos. Um estudo publicado no “American Journal of Epidemiology” refere que o tempo que as pessoas permanecem sentadas potencia um maior risco de vida. Neste estudo participaram 123 216 indivíduos saudáveis. Os investigadores da American Cancer Society analisaram o tempo que os participantes permaneceram sentados e a sua actividade física, entre 1993 e 2006, concluindo que as mulheres e os homens que passavam mais de 6 horas diariamente sentados tinham, respectivamente, um risco 37% e 18% maior de morrerem em relação aos que permaneciam menos de 3 horas sentadas. Este estudo vem reforçar que ser sedentário tem consequências na saúde, interferindo com os níveis de triglicerídeos, colesterol e glicemia de jejum – factores de risco para o aparecimento de algumas doenças crónicas. De facto, o exercício físico tem um papel vital na energia, na resistência ao stress e ansiedade, em suma no aumento da qualidade de vida. Aproveite 2011 e mude os seus hábitos Lembre-se que a prática de exercício não tem idade e nunca é tarde para começar. Numa fase inicial pode incluir pequenas mudanças no seu quotidiano como preferir as escadas aos elevadores, utilizar menos vezes as escadas rolantes, aproveitar a hora de almoço e fazer uma caminhada (irá ajudá-lo a encarar uma tarde de trabalho de uma forma mais positiva) e, se for o caso, prolongar o passeio com o seu cão. Organizar passeios com a família ou grupo de amigos é também uma oportunidade para a actividade física aliando o convívio. Basta usar a imaginação e aproveitar os recursos que existem onde vive para ser mais activo. Em 2011 escolha cuidar mais de si e às mudanças que pretende fazer neste ano, acrescente mais actividade física no seu dia-a-dia. Viva bem, mais e melhor. [fonte]Referência bibliográfica: http://aje.oxfordjournals.org/content/172/4/419.abstract [/fonte]
Stop Cancer Portugal há 6 meses online
Depois de ultrapassar os 500 seguidores no Facebook e a fazer, hoje, 6 meses de vida online, o Stop Cancer Portugal disponibiliza informação actualizada para adoptar hábitos de vida saudável, promover a saúde e sobre a prevenção do cancro, diagnósticos e tratamentos. Agradecemos o tempo que dedica à leitura destas informações e faça por as colocar em prática. Demonstre que gosta do que escrevemos e que é válido o nosso empenho. Divulgue o Stop Cancer Portugal às pessoas que gosta, contribuindo assim para criar uma sociedade informada, responsável e saudável. Sugira aos seus amigos do Facebook através de dois simples clicks, um no ícone “Sugere aos teus amigos” localizado na região superior à direita da página e o outro no seu amigo que quer dar a conhecer o que se faz e escreve por aqui. É o melhor presente que nos pode oferecer.
iPhone: iPod? Pode!
Aqui, no Stop Cancer Portugal, uma das nossas preocupações é motivá-lo a adoptar hábitos de vida saudáveis. Queremos que mude alguns comportamentos, apenas alguns, mas que podem mudar, de facto, a sua vida. A prática de uma actividade física de forma constante é um desses comportamentos. Insistimos para que faça parte da sua vida. Desta vez, a sugestão vai para quem tem um smartphone. A aplicação Runkeeper é uma opção gratuita lançada em 2009 e permite gerir a sua actividade física. Desde duração, distância, ritmo e velocidade alcançados durante a actividade física, esta aplicação para iPhone permite ainda visualizar o caminho percorrido no mapa e desfrutar das suas músicas preferidas. Com GPS integrado, sabe por onde corre e pode fazer mesmo novos percursos. Para a natação ainda não é possível. Não há iPhones impermeáveis, mas lá chegaremos. Se segue um programa nutricional acompanhado, por exemplo, para solucionar o excesso de peso, na próxima consulta de nutrição e com o seu smartphone, pode informar a sua nutricionista da actividade física que efectuou, com os registos que esta aplicação proporciona. Também ajuda a seguir as orientações de exercício físico prescritas e assim entender que os objectivos propostos na consulta, quando acompanhados de esforços reais, são alcançados. Veja a explicação no vídeo que se segue. Runkeeper App Preview from Runkeeper on Vimeo.