Adoptar um estilo de vida saúdavel

Aceitação ou resignação?

Não é fácil falar de aceitação. A ideia de aceitar algo faz-nos sempre pensar em conformismo, frustração, submissão, desistência. E não é assim que nós concebemos o mundo nem a existência humana.

O Ótimismo Trágico de Viktor Frankl

O que significa ver a vida com um otimismo trágico? O que nos leva a manter a esperança, a sanidade mental, sobrevivendo em circunstâncias extremas?

O meu “eu” e o meu corpo

Antes do cancro, o mundo era algo diferente. Era como se eu estivesse a viver numa albufeira e o cancro dinamitou a barragem que me separava de um grande oceano. Agora, estava a nadar nele. Neste emocionante depoimento a poetisa, escritora e ativista pelos direitos das mulheres, Eve Ensler fala sobre a sua relação com o seu corpo e sobre como a experiência de ser doente de cancro a conduziu, finalmente e paradoxalmente, a conectar-se, psicologicamente, com o seu corpo e, consequentemente, com o mundo e a realidade humanas.  

Este ano, não se esqueça de celebrar cada dia!

O ano novo começa com festa e celebração, para muitos de nós, e fazemo-lo já quase sem reflectirmos no porquê. É espontâneo e habitual, por isso não questionamos. Mas a verdade é que celebrar a chegada de um novo ano é celebrar a oportunidade de recomeçar.

“O essencial é invisível aos olhos”

A forma como os outros olham para nós é algo que marca. Pela positiva ou pela negativa, mas marca. Reequacionar modos de vida é algo que tem de partir de cada um para que essa tomada de decisão seja assumida em plenitude e “adotar um estilo de vida saudável” entranha-se no corpo com lugar de destaque no íntimo pessoal e intransmissível porque “o essencial é invisível aos olhos“. A motivação não está no que os outros vêem mas no que sinto; não está em comentários de terceiros mas na leveza com que os meus passos se sucedem; não reside no alheio mas em perceber que o meu organismo responde a excessos com pequenos alertas que nos fazem abraçar este modo de viver. A forma como o nosso corpo se levanta e desempenha os movimentos básicos com naturalidade, sem estar ‘preso’ sem se ‘prender’ libertando-se e responsabilizando-se como sendo único dá-nos liberdade para cativar. Há sempre uma forma de cuidar e é em pequenas decisões que podemos fazer a diferença e a amplitude do bem querer pessoal espelha o modo de olhar.

Caminhada: Eco de ecológico e de económico

Este fim-de-semana observei dois locais em Lisboa: Monsanto e Belém. Reparei que cada vez é mais frequente verem-se pessoas a caminhar, a correr ou a andar de bicicleta. De facto é o desporto à mão de todos. Não necessita de ginásio, de acessórios ou de treinador. O bilhete para entrar é … determinação! Naturalmente que devemos ter presente os hábitos, a idade e o peso mas caminhar faz parte da mobilidade pelo que está acessível a todos! No início da caminhada tudo parece pesar. São os minutos, a passada, as costas e o peso do peso. O fundamental é uma questão de vontade. De atitude. Sem ela nada se consegue. O ideal é a partilha. Lembra-se daquele amigo que falou numa “futebolada” à 3ª ou no “ténis” à 6ª? E que tal desafiá-lo para começarem a caminhar? Pense em si, olhe-se e defina os seus objectivos. O seu é o seu bem-estar, certo? Então, se não for de outra forma vá, por si. Inicie uma caminhada de 40 minutos três vezes por semana. Seja determinado e a primeira coisa que vai sentir é o prazer das suas vitórias por se ter colocado na sua agenda. No final de três semanas começará a sentir a respiração a melhorar. Com o tempo as suas pernas farão o trajecto por si e a sua cabeça estará focada em novos percursos. Voltaremos a conversar, lado a lado.

Também tu, Bobby?

Pode acontecer a qualquer um! Ficar-se pelo sofá, depois de um dia de trabalho, após longas horas sentados atrás de uma secretária em ofícios sedentários.

Uma questão de atitude

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São muitos os obstáculos que nos limitam de ter uma vida com saúde e de bem-estar. Estão lá à espera que ganhemos a coragem de os afastar. Identifique-os e tome uma atitude: retire os “troncos secos e mortos” que impedem a sua vida de prosseguir!

Adaptação à doença: Fatalismo

Em continuação da última rubrica sobre os estilos de adaptação à doença, hoje vou escrever sobre o “fatalismo”. O diagnóstico representa um mal menor, não há controlo que possa ser exercido sobre a situação.

Adaptação à doença: Negação

Em continuação da última rubrica sobre os estilos de adaptação à doença, hoje vou escrever sobre a “Negação”. Na negação a pessoa recusa aceitar o impacto que a doença pode ter na sua vida.

Adaptação à doença: Espírito de Luta

Nesta rubrica e nas próximas irei falar dos estilos de adaptação à doença. Um dos estilos é o espírito de luta. A pessoa vê a doença como um desafio e tem uma atitude positiva.

Reflectir é ligar o botão do ON

Porque faz parte da natureza humana questionar e até mudar de opinião, o Stop Cancer Portugal descobriu um vídeo interessante para partilhar com os seus leitores.