Devagar se vai ao longe!

Há alguns anos atrás decidi, sem pensar muito sobre o assunto, deixar de usar relógio e por exagerado que pareça, senti que me estava a libertar. O acto de olhar continuamente para o meu relógio de pulso fazia-me sentir aprisionada e ansiosa. Era como ter uma voz ao ouvido que irritantemente me dizia: “já são horas disto”, “já são horas daquilo”, “já estás atrasada”, “não vais ter tempo”.

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