Psicologia

Prevenir para não “morrer de desgosto”

Todos temos recordações de infância que nos ficaram mais ou menos gravadas na memória e hoje gostaria de falar de uma delas: a expressão “morrer de desgosto”. Recordo-me de ouvir esta expressão quando alguém se referia a pessoas que se encontravam em processo de luto e que faleciam.

Ficámos os dois em silêncio!

Há tantas realidades para as quais estamos profundamente adormecidos. O cancro é uma delas, pelo menos até bater à nossa porta. Este é um mecanismo de defesa perfeitamente compreensível. É a técnica da avestruz. Porque havemos de nos importar com algo que é angustiante e que, supostamente, está bem longe de nós? Comigo, era isto que se passava até há cerca de 13 anos atrás.

Não vá em cantigas

Nesta altura do ano surgem métodos novos, dizem, para emagrecer. Somos bombardeados com tais fórmulas para gastar dinheiro, com a promessa de perder peso de forma rápida e sem doer. Isto é, sem ter que fazer nada, nem ter que ter qualquer atitude para mudar a verdadeira causa do peso a mais: a alimentação desequilibrada.

Tempo de Espera

Tempo de Espera

Ao longo da nossa vida temos vários momentos de tempo de espera… Desde a espera da chegada do autocarro, a espera que sirvam o almoço, a espera que um amigo chegue, a espera de um telefonema… enfim, várias esperas. Na doença oncológica, os inacabáveis tempos de espera são tão numerosos que praticamente se entrelaçam uns nos outros durante anos, alimentando continuamente o sofrimento dos doentes e seus familiares.