Psicologia

As armadilhas da mente

As armadilhas da mente

Quando queremos modificar alguns aspetos do nosso comportamento e da própria personalidade somos muitas vezes confrontados com aquilo que o psiquiatra Augusto Cury chama de “armadilhas da mente” (uma visão próxima da de Eckhart Tolle, autor de “O Poder do Agora”).

Ter uma melhor personalidade?

Ter uma melhor personalidade?

Podemos mudar a nossa personalidade? É uma pergunta pertinente. Há quem diga que ela, uma vez formada, não se altera. Outros têm uma visão diferente: que apesar das suas grandes estruturas, uma vez formadas, se manterem, há aspetos que podem ser trabalhados de forma a que se repercutam em comportamentos diferentes.

Desenvolver a auto-estima

Desenvolver a auto-estima

O desenvolvimento pessoal deve ser assumido como um processo dinâmico, criativo e contínuo. Esta última particularidade é de crucial importância pois o autodesenvolvimento nunca termina. Antigamente, aceitava-se que uma vez chegados à meia-idade estava-se senhor de toda a inteligência, de todos os recursos e competências necessárias para o resto da vida.

As emoções e a sua influência no organismo

Quando ocorrem mudanças no decurso da vida põe-se em causa o equilíbrio anterior e as referidas mudanças exigirão uma ajustamento pessoal que confronta as pessoas com a dimensão da perda. Isto aumenta a probabilidade de ocorrer uma doença de tipo neurótico e psicossomático. São momentos de “vulnerabilidade acrescida”.

Saúde: o Fator Estilo de Vida

O estilo de vida resulta das preferências adotadas e dos hábitos adquiridos, no seu conjunto. Curiosamente, cada estilo de vida envolve aspetos que se repercutem numa série de acontecimentos. Por exemplo, um estilo de vida sedentário traduz-se por uma forma passiva de viver, com pouquíssima atividade física, mesmo que modesta, hábitos alimentares crivados de erros e dependências diversas (televisão, computador, etc.).